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Futebol

30/10 - 13:35

Botafogo se revolta com “assalto à mão armada”

Bebeto de Freitas, presidente do Botafogo fez duras críticas a árbitro e poderá ser indiciado pelo STJD

Gazeta Esportiva

RIO DE JANEIRO - O Botafogo ainda não assimilou bem a derrota de 2 a 1 para o São Paulo no Engenhão. O resultado deixou o time praticamente fora da disputa por uma vaga na próxima Copa Libertadores, mas a revolta de todos no Alvinegro era com o trio de arbitragem.

Atendendo a um aceno do assistente Renato Miguel Vieira (DF), o árbitro Sérgio da Silva de Carvalho (DF) anulou o gol de empate do Glorioso, marcado pelo meia Lucas Silva, alegando a participação do atacante Wellington Paulista. O lance causou muita polêmica e, para a maioria dos comentaristas de arbitragem, o gol foi legítimo.

“Nós trabalhamos muito ao longo da semana, debaixo de sol e de chuva, corremos ao máximo em campo, tomamos porrada, não entregamos os pontos e aí vem a arbitragem e acaba definindo o resultado. É muito ruim. No Botafogo realmente estamos todos com raiva, jogadores, comissão técnica, dirigentes e torcedores. Não poderia ser diferente”, disse o atacante Wellington Paulista.

A diretoria do Botafogo pegou ainda mais pesado nas críticas. O presidente Bebeto de Freitas, que chegou a descer ao gramado para tomar satisfação com o quarto árbitro, qualificou o fato como 'assalto à mão armada'.

“Isso é uma vergonha. Um assalto à mão armada. O cara do São Paulo chegou a desviar a bola antes dela entrar e acontece isso. Um absurdo, uma vergonha”, reclamou Bebeto, que poderá ser indiciado pelo Superior Tribunal de Justia Desportiva (STJD) por causa da reclamação.

Não está descartada a possibilidade de o Botafogo entrar com um protesto na CBF solicitando que o trio de arbitragem não seja mais escalado para partidas da equipe nesta temporada.


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