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Futebol

24/10 - 14:21

Candidato único, Maurício Assumpção deverá ser novo presidente
Marcos Portella, outro nome na disputa, abdicou da candidatura para ser o vice na chapa de Assumpção

 

Gazeta Esportiva

RIO DE JANEIRO - A crise do Botafogo teve um lado positivo para o clube. Nesta sexta-feira, quando se encerrou o prazo de inscrições para a eleição presidencial, marcada para 27 de novembro, as várias correntes políticas do Glorioso se uniram e optaram por uma candidatura única.

Com isso, no dia do pleito, que acontecerá na sede de General Severiano, Maurício Assumpção deverá ser confirmado como presidente do Alvinegro para o triênio 2009-1010-2011. Pelo acordo, Marcos Portella, que representa o Movimento Carlito Rocha e era o outro nome na disputa para a sucessão de Bebeto de Freitas, abdicou da candidatura para ser o vice na chapa de Assumpção.

“Caminhamos para isso ao longo dos últimos dias e acho que foi muito importante para o Botafogo. O Marcos Portella é uma pessoa muito representativa dentro do clube, tendo ocupado vários cargos importantes e será muito bom ter ele ao nosso lado. Conseguimos unir muita gente boa ao redor desse projeto. Ficava muito triste de ver na imprensa que ninguém queria assumir o clube e isso hoje foi desmentido”, disse o cartola.

Maurício Assumpção teve seu nome lançado por Antônio Carlos Mantuano, grande figura da oposição, que foi derrotado por Bebeto na eleição passada. Mantuano, que seria o vice nesta chapa, abriu mão para que Portella se juntasse ao grupo. O Movimento Carlito Rocha decidiu sair da disputa quando vários grandes nomes da política alvinegra manifestaram apoio à candidatura de Assumpção, como Cláudio Good, vice-presidente geral, Manoel Renha, empresário que conta com a confiança de todos em General Severiano e será o homem forte do departamento de futebol, e Carlos Augusto Montenegro, ex-presidente e colaborador do departamento de futebol.

“Ainda é cedo para falar que vou ser diretor de futebol, pois pretendo colaborar apenas. Mas fico muito satisfeito que todos os nomes políticos do Botafogo tenham entendido que era fundamental uma chapa única, com as forças unidas para superar os adversários de fora e as crises que estão rondando o clube”, afirmou Renha, que sempre foi o nome preferido pelas várias correntes do clube para ser o próximo presidente, mas declinou da idéia por pressões familiares e questões profissionais.

Toda a costura da nova chapa pouco contou com a participação de Bebeto de Freitas, que dá sinais de desgaste e poderá se afastar do clube em janeiro. Mas não está descartada a possibilidade dele ficar à frente de projetos para tornar mais viável financeiramente o Estádio Olímpico João Havelange, o Engenhão. A transição presidencial deverá começar já nesta segunda-feira, uma vez que a eleição do dia 27 de tornou pura formalidade. Na segunda-feira Assumpção e Portella se reunirão com representantes da atual diretoria.


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