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Futebol

22/10 - 16:44

Crescem as chances de Maradona dirigir a seleção argentina

Elogiado por dirigente da Federação, ex-craque já teria até convidado Pedro Troglio, atualmente à frente do Cerro Porteño, para ser o seu auxiliar

Redação do iG Esporte com agências


SÃO PAULO - Diego Armando Maradona tem boas chances de realizar um antigo sonho, substituir o recém-demitido Alfio Basile e ser o próximo técnico da seleção argentina, segundo afirmou o responsável pelas seleções nacionais da Federação de Futebol Argentina (AFA), Noray Nakis.

"Gostaria que Maradona fosse o próximo técnico da seleção, porque ele sempre esperou sua vez, está bem e ainda tem um ótimo relacionamento com a Federação", disse Nakis, que fez questão de desmentir os boatos segundo os quais Carlos Bianchi, atualmente sem clube, seria o favorito para o cargo.

"Na reunião que tivemos não falamos do nome de Bianchi, assim como de nenhum outro nome", garantiu, referindo-se ao treinador que tem a preferência dos torcedores argentinos segundo recentes pesquisas realizadas no país.  

Além de Bianchi e Maradona, que completa 48 anos no próximo dia 30, Sergio Batista, técnico da sub-20 argentina e ouro olímpico em Pequim, e Miguel Angel Russo, técnico do San Lorenzo e líder do Torneio Apertura, são os nomes mais cotados para substituir Basile.

Atualmente, a Argentina está na terceira colocação das Eliminatórias sul-americanas para a Copa do Mundo de 2010, atrás de Paraguai e Brasil. Sob o comando de Alfio Basile, a equipe conquistou 16 pontos em 10 partidas.

EFE
mar
Maradona distribui autógrafos em chegada ao aeroporto de Tbilisi, na Geórgia

Ex-craque já teria convidado auxiliar
Segundo informações divulgadas pela agência Efe, Maradona já teria até convidado Pedro Troglio, atualmente à frente do Cerro Porteño do Paraguai, para ser seu auxiliar caso venha a ocupar o cargo.

A afirmação foi feita pelo próprio Troglio. "Ontem (terça-feira) à noite Diego me telefonou e falou sobre a idéia", comentou, em declarações à rádio "La Red". Como jogador, Troglio atuou na equipe que levou a Argentina ao vice-campeonato da Copa do Mundo de 1990, na Itália, cujo capitão era Maradona.

"Tenho uma boa relação com ele, mas, sinceramente, fiquei surpreso. Quando escutei quem era, mais ou menos entendi do que se tratava", comentou o treinador, que antes do Cerro trabalhou no Gimnasia y Esgrima La Plata e Independente de Avellaneda, ambos de seu país.

"Recebi o convite com grande emoção e um prazer enorme. Expliquei a ele que atualmente estou trabalhando, mas que logicamente também não fecho as portas à seleção argentina. Teremos outra conversa mais profunda", comentou.

"Diego sempre passou por momentos ruins e passou por cima deles. Ele está com vontade, ama a seleção e, como símbolo do futebol argentino que é, merece uma oportunidade", afirmou.

Já Maradona, que chegou nesta quarta à cidade de Tbilisi, capital da Geórgia, para participar de um amistoso de ex-jogadores, disse terça-feira que acredita num eventual convite.

"Sei que não tenho muitas chances porque Carlos Bianchi me supera nas pesquisas, mas quem decide é Grondona (presidente da federação). Brigarei até o fim", disse o ex-jogador.


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