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21/10 - 20:08

Fernandes avisa: “não caí de pára-quedas no Santos”

Treinador santista garante que trabalhou bastante para chegar onde está hoje

Gazeta Esportiva

SANTOS - Na reta final do Campeonato Brasileiro, o Santos finalmente conseguiu reagir e abrir distânica da zona de rebaixamento. E o responsável por isso é o técnico Márcio Fernandes.

Antes interino e treinador das categorias de base na Vila Belmiro, ele venceu a desconfiança e, no momento, planeja desenvolver sua carreira entre os profissionais. Em paz com o elenco, o treinador aguarda a definição de sua situação no time, sabendo que tem história suficiente para seguir no comando.

“Estou no Santos há sete, quase oito anos e não caí de pára-quedas aqui. Trabalhei para chegar lá, trabalhei com treinadores que me deram condições de estar lá e os jogadores respeitam isso. A gente detecta alguns sinais de que poderia ter problemas, mas até hoje não tive e espero não ter”, disse o treinador, em entrevista à Rádio Globo.

Mesmo com o sucesso atual no Peixe, o treinador sabe que pode ser deixado de lado novamente para que outro técnico chegue à Vila Belmiro. Desta vez, no entanto, Fernandes afirmou que busca algo mais na carreira, o que pode acabar com as possibilidades de volta às categorias de base do Santos.

“Nem pensei nisso, mas um profissional que quer algo mais na carreira tem que pensar grande e é desta forma que eu penso. Não sei como iria reagir, mas se um dia tivesse de voltar para a base... Não penso isso. Penso sempre para frente. Quando assumi o Santos a situação era difícil, passei metas para os jogadores, conseguimos superar e é assim que levo minha vida”, explicou o treinador.

Márcio Fernandes ainda descartou um sentimento de surpresa pelo fato de seu trabalho na equipe ter dado certo após passagens fracassadas de dois treinadores mais conhecidos no cenário nacional. Sem muito contato com Leão, o treinador revelou boa relação com Cuca, que foi mais azarado que ele no comando do Peixe.

“O Cuca é um profissional com o qual aprendi muito. Ele me deu a oportunidade de trabalhar com ele e são poucos os que fazem isso. O futebol é muito difícil e você precisa de confiança e ele me deu essa condição. Acho que só tive mais sorte do que o Cuca”, completou.


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