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18/10 - 21:32

Ney desvincula derrota de atraso salarial e culpa substituições

"Trabalhamos nessa semana bem focados no jogo. Não vou tirar minha responsabilidade neste momento", afirmou o botafoguense

Gazeta Esportiva

RIO DE JANEIRO - Na preparação para enfrentar o Santos nesta semana, o noticiário do Botafogo teve como destaque o atraso salarial. Enquanto a diretoria sonha em pelo menos manter o elenco para 2009, os vencimentos têm sido depositados fora do prazo. A situação, no entanto, nada tem a ver com a derrota desse sábado na opinião de Ney Franco.

“Trabalhamos nessa semana bem focados no jogo. Não vou tirar minha responsabilidade neste momento e jogar para a falta de salários. Nossa equipe se recuperou no Brasileiro e ganhou jogos difíceis até com salários atrasados”, apontou o treinador, lembrando que assumiu o time à beira da zona de rebaixamento e atualmente acredita em uma vaga na Libertadores.

Demonstrando-se tranqüilo mesmo com o 1 a 0 imposto pelos paulistas no Engenhão, o comandante dos cariocas garantiu que a extinção da concentração também não teve influências no desempenho da equipe em campo – para evitar jogadores revoltados com o problema salarial, diretoria e comissão técnica deixaram os atletas dormirem em casa nessa noite.

“Definimos que não concentraríamos, mas isso não determinou nada para a derrota. Nosso tropeço em casa hoje foi definido por pontos táticos e técnicos que não deram certo, onde nossa equipe caiu muito de produção”, argumentou Ney.

Se as dificuldades nos bastidores não são culpadas, o técnico acredita que o péssimo resultado deste sábado tem relação com a falta de produção de Zárate, Marcelinho e Fábio, que entraram na etapa final com a missão de melhorar o ataque botafoguense e fracassaram.

“Não tivemos competência para fazer o gol. No segundo tempo, as substituições não tiveram nenhum efeito principalmente na parte ofensiva. Em função disso, o Santos cresceu e aproveitou o nosso mau momento para fazer o gol em uma bola parada”, disse Ney, admitindo que mereceu as vaias ao final da partida.

“A torcida veio com uma expectativa de ver o time jogar bem e ganhar. Nos incentivou no jogo todo, mas, quando estava bem definido que não estava acontecendo uma boa atuação, vaiou nos minutos finais. E não poderíamos cobrar nada mais do que isso”, conformou-se.

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