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Futebol

17/10 - 20:12

Para Valdívia, sua saída não tem a ver com evolução do Verdão
“As pessoas têm o direito de falar o que quiserem, mas acho que o time melhorou porque está mais tranqüilo, com mais confiança”, disse

Gazeta Esportiva

SÃO PAULO - Quando o Palmeiras anunciou a venda de Valdívia, o time brigava para ficar entre os quatro primeiros colocados. Dois meses depois, a equipe chegou a ser líder, está a dois pontos da primeira colocação e Diego Souza firmou-se como um dos destaques. A evolução tem a ver com a saída do chileno? O ídolo da torcida discorda.

“Não posso falar que o Palmeiras melhorou depois da minha saída. Quando eu jogava lá, achava que o Palmeiras estava bem, foi campeão paulista”, defendeu-se o meia à Rádio Globo. “As pessoas têm o direito de falar o que quiserem, mas acho que o time melhorou porque está mais tranqüilo, com mais confiança”, continuou.

Nas 13 partidas que realizou depois que vendeu seu camisa 10 ao Al Ain, dos Emirados Árabes Unidos, o Verdão venceu oito, empatou três e perdeu duas. Pela Sul-americana, foram três compromissos e a superação de Vasco e Sport Áncash, do Peru. No Brasileiro, o aproveitamento foi superior a 66% dos 30 pontos disputados.

Além dos resultados, Diego Souza achou seu espaço atuando mais próximo do ataque, posição que Valdívia ocupava. Wanderley Luxemburgo sempre deixou claro que esperava evolução do camisa 7 jogando “mais solto”, mas o Mago aponta outro fator para a evolução do ex-companheiro.

“Nunca tentei tirar o protagonismo do Diego. Pelo contrário, sempre tivemos uma boa relação. Se o Diego ou outro melhorou é porque está mais confiante, acreditando mais. Não é porque jogava do meu lado que ele não jogava como no Grêmio”, apontou.

Melhoras em seu ex-clube à parte, o chileno está animado para o duelo entre Palmeiras e São Paulo neste domingo e relembra com carinho das disputas que participou com o arqui-rival alviverde. O meia, no entanto, não acredita em um confronto ‘afetado’ pelas polêmicas no único confronto no Palestra Itália.

“É um clássico de rivalidade. De um tempo para cá, é um dos maiores clássicos do futebol brasileiro pelo ‘rolo’ que deu no Campeonato Paulista com o gás de pimenta e o São Paulo eliminado. Mas estes ingredientes não são os jogadores que armam, é mais coisa da diretoria, torcida e imprensa. Os jogadores se concentram no que é futebol, na bola. Quando você entra em campo esquece tudo”, garantiu o chileno.

Nas estimativas de Valdívia, a única repetição no primeiro clássico do Palmeiras depois de sua saída estará no placar da semifinal do Paulista que deu a vaga à final estadual. “Tenho acompanhado o time e tenham certeza que vou torcer para o Palmeiras. Sou mais um palmeirense e agora como torcedor acho que o Palmeiras mata o jogo com 2 a 0”, apostou o autor do último gol da partida de 20 de abril.

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Ídolo da torcida
Valdívia, hoje nos EAU, foi um dos principais jogadores na conquista do título do Paulistão

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