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Futebol

15/10 - 18:30

Adilson Batista não vê problemas no posicionamento do ataque

Preocupação é que Guilherme, de apenas 1,73m, joga como o centroavante da equipe mineira

Gazeta Esportiva

BELO HORIZONTE - O ataque do Cruzeiro tem deixado a torcida preocupada. Thiago Ribeiro e Guilherme não marcam há três jogos, desde que o time bateu o Figueirense por 4 a 3.

De lá para cá, foram marcados dois gols, ambos por jogadores de meio-campo – Ramires e Gerson Magrão.

Para muitos que acompanham o time, o problema está no posicionamento dos jogadores de frente. Thiago Ribeiro, que é bem mais alto que Guilherme – 1,85m contra 1,73m –, tem jogado aberto pelas pontas, enquanto seu companheiro ocupa a faixa central. Nas últimas partidas, o setor ofensivo tem tido dificuldades para criar jogadas.

O técnico Adilson Batista justifica o posicionamento não pela força física, mas pela característica técnica de Guilherme. “Ele não tem essa de sair muito para os lados do campo. Ele sai mais nas costas dos volantes, então não é fixo, não é um pivô. É um jogador que tem habilidade e talento”, ressalta.

Enquanto isto, o próprio jogador reconhece as dificuldades, mas lembra que foi jogando assim que marcou 15 vezes, tornando-se artilheiro do time no Brasileirão. “Eu joguei mais da metade do campeonato assim, os gols que eu fiz foram jogando nesta posição. Não dá para negar que a maioria das bolas que eu recebo são de costas, quase sempre eu estou envolvido no miolo da zaga”, pondera.

Guilherme pede ainda que seu desempenho seja avaliado de modo mais amplo, não se observando apenas o número de gols nos últimos jogos. “Para um atacante mostrar qualidade, não são necessários só os gols. Tem toda uma questão tática que o Adilson pede, que também é fundamental”, observa.

Além disto, o jovem atacante reconhece o mérito da forte marcação que o time enfrentou contra Sport e Ipatinga nas últimas rodadas. “Na maioria das vezes em que você vê um jogador de meio-campo, como o Gerson Magrão e o Ramires, fazendo gol, é porque na frente está difícil, por causa da marcação”, aponta.


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