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13/10 - 20:14

Dunga se diz ético para fugir de intriga com Renato Gaúcho
“Para o cargo que ocupo, é preciso ter postura, dignidade e ética", rebateu o treinador da seleção brasileira

Gazeta Esportiva

RIO DE JANEIRO - Uma pesquisa divulgada pela TNS Sports do Brasil aponta que apenas um em cada dez cariocas aprova o trabalho de Dunga. Um deles acompanhou a entrevista coletiva que o técnico concedeu nesta segunda-feira.

Enquanto o comandante da seleção brasileira se dizia ético para não responder às críticas que recebe, o funcionário do hotel o fotografava com ar de admiração através de um telefone celular.

O último a reclamar de Dunga foi um colega de profissão. Em entrevista à TV Globo, Renato Gaúcho afirmou que o técnico do Brasil “entrou numa roubada” para a qual “não estava preparado”.

Ao lembrar da declaração, Dunga fechou a expressão e fugiu de intriga: “Para o cargo que ocupo, é preciso ter postura, dignidade e ética. Fui bem claro sobre isso. O treinador precisa ter ética. Esse assunto não cabe agora”.

O mesmo argumento serviu para o técnico da seleção brasileira evitar nova polêmica com Vanderlei Luxemburgo, que já anunciou por diversas vezes seu desejo de voltar a trabalhar para a CBF.

Quando a crítica parte da Fifa, Dunga não se contém. Orgulha-se até da terceira colocação na Olimpíada de Pequim. “Os números estão aí. Fomos campeões da Copa América. Só quatro treinadores brasileiros trouxeram medalhas olímpicas e eu sou um deles. A única seleção que recebe crítica da Fifa é a nossa. Isso demonstra a importância do futebol brasileiro”, rebateu, quando já não sofria mais tietagem do funcionário carioca do hotel.


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