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Futebol

12/10 - 11:02

Geninho diz que time está sentindo a pressão, mas nega desespero

“Às vezes, é mais difícil jogar em casa por causa da cobrança da torcida e tem gente que sente", disse o treinador

Gazeta Esportiva

CURITIBA - Nas últimas semanas, a diretoria do Atlético-PR e o técnico Geninho têm tentado diversas ações para motivar e acertar o elenco, mas nada deu certo. Neste sábado, a equipe completou quatro jogos sem vencer ao ser derrotado pelo Fluminense de virada, por 3 a 1.

O tropeço derrubou a equipe para a zona de rebaixamento do Campeonato Brasileiro, na 17ª colocação e, depois de deixar o gramado sobre muitas vaias dos torcedores que compareceram à Arena da Baixada, o técnico Geninho admitiu que a pressão sobre o grupo é grande e atrapalha.

“Às vezes, é mais difícil jogar em casa por causa da cobrança da torcida e tem gente que sente. Para alguns jogadores, neste momento, é melhor jogar fora de casa. Jogar em casa é bom quando time está na ponta, como um caminhão na descida. Mas na mão contrária é complicado”, admitiu o treinador, fazendo uma analogia.

Até para contornar essa dificuldades, psicólogos têm se encontrado com o grupo, visando melhorar o clima no grupo, muito embora o a diretoria tenha afirmando, na última semana, que problemas não existissem. Geninho aprovou a iniciativa, mesmo sem ter apresentado resultado.

“Nós estamos tentando de tudo, com muito trabalho, que é fundamental. A diretoria fez a parte dela contratando profissionais para motivar, mexer com o grupo. Mas o momento é complicado. Você jogar o período final do campeonato na zona de rebaixamento é difícil, precisa de estrutura emocional”, explicou Geninho.

Apesar do evidente abatimento, o comandante do Furacão descartou que a equipe tenha entregado os pontos, até porque é o time mais próximo de deixar a complicada situação: está a apenas dois pontos de diferença do próprio Fluminense, primeira equipe fora da zona da degola.

“Não podemos jogar a toalha, temos muita coisa pela frente. São nove rodadas e temos que correr atrás. Disse para eles que perdemos um jogo que não poderíamos perder, em casa e contra um adversário direto. A situação se complicou, e muito, mas não é definitiva. Temos jogos pela frente e temos que ter a consciência de que agora será só decisão”, completou o técnico.


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