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Futebol

06/10 - 20:42

Dinamite aposta em ‘malandragem’ de Renato para salvar o Vasco

Presidente afirma que escolheu o treinador porque ele já conhece o Vasco e não teria necesidade de adaptação

Gazeta Esportiva

RIO DE JANEIRO - Nos poucos meses em que está à frente do Vasco, o presidente Roberto Dinamite viu dois técnicos com currículos distintos acumularem iguais fracassos comandando o time. Antônio Lopes, com histórico de títulos e conquistas, foi demitido da mesma forma como Tita, que, com pouca experiência, teve rápida e problemática passagem.

Para salvar o Vasco do rebaixamento no Brasileirão, a opção de Dinamite foi outro ex-jogador: Renato Gaúcho. Mesmo com a atual lanterna da classificação Brasileirão, o dirigente acredita que a experiência do ex-atacante junto ao clube e aos jogadores vai agir de forma positiva para livrar o clube de sua maior vergonha.

“(Com a saída do Tita) decidimos por um treinador que já trabalhou no Vasco, já conhecia o elenco. Se eu escolho outro, até pegar a ‘manha’, até conhecer o elenco, ia demorar demais, e o Renato já tem isso. Ele tem essa identificação a curto prazo”, explicou Dinamite, em entrevista à Sportv. O comandante relembrou as dificuldades que teve com Antonio Lopes, preferido por Eurico e que estava no comando quando assumiu a presidência.

“Tínhamos um treinador que tinha história no clube, que era o Antônio Lopes, tinha ganhado títulos. Mas aí não tínhamos possibilidades financeiras até dezembro, mas o treinador está lá: assinou contrato, mas não tem resultado. O contrato tinha multa e relação com outros contratos de anos atrás”, disse Dinamite, que esperava mais sucesso com Tita, mas acabou decepcionado novamente.

“Tínhamos alguns treinadores de ponta no Brasil. Tinha o Cuca, que estava saindo do Santos, mas apostei no trabalho do Tita. Acreditei que ele teria boa relação com o grupo e que eu ficaria mais próximo disso, mas não deu certo.” Tita deixou o Vasco após a eliminação na Copa Sul-americana com derrota por 3 a 0 para o Palmeiras. Ao anunciar pedido de demissão, criticou o elenco, com o qual teve problemas.

“Enquanto ele esteve aqui, tudo o que teve de ser feito e que foi decidido foi decisão em conjunto com o treinador. Em nenhum momento eu disse ‘vamos trazer esse ou aquele jogador’, tudo foi feito em conjunto”, garantiu o dirigente, que espera justamente o contrário da gestão de Renato Gaúcho como treinador: uma equipe unida.

“Estou fazendo o que é possível e, acreditem, se eles colocarem vontade nisso aí, vai dar certo. Se o time foi determinado e correr atrás do resultado, eu dou a minha mão...”, afirmou o confiante dirigente. A missão não será fácil: a equipe não vence há sete jogos, acumula seis derrotas seguidas e é última colocada no nacional, mesmo que apenas há dois pontos do Atlético-PR, primeiro time fora da zona da degola.


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