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Futebol

05/10 - 12:09

Revoltado, Fabrício critica árbitro Carlos Eugênio Simon

Volante do Cruzeiro não tem deixado de protestar desde que sofreu grave lesão em jogo contra o Sport

Gazeta Esportiva


BELO HORIZONTE - Além de culpar o meia Luciano Henrique, do Sport, pela sua contusão no joelho esquerdo, Fabrício também criticou o árbitro Carlos Eugênio Simon. Correndo o risco de ficar fora do restante da temporada, o volante reclamou da passividade do apitador gaúcho que ‘esbravejou’ contra o cruzeirense e sequer puniu o jogador do rubro-negro pernambucano.

“Fico mais revoltado ainda porque ninguém é punido. A falta não foi marcada, não houve cartão... e ainda tomei uma dura do Simon, que falou para mim: ‘Pô, pára de chorar aí que não foi para tudo isso’”, disparou Fabrício, que sofreu uma entrada forte de Luciano Henrique aos oito minutos de jogo da vitória por 1 a 0 contra o Sport, na quinta-feira.

O volante do Cruzeiro acabou tendo uma lesão de menisco e ligamentos no joelho esquerdo. Ele passará por uma artroscopia e ficará parado pelo menos 45 dias. “Sei que às vezes pago caro por fazer essas críticas, já que todos os árbitros do Brasil são muito unidos. Aí eu pago dentro de campo, isso se eu voltar a jogar ainda este ano”, prosseguiu.

Fabrício ainda lembrou outro lance de que foi vítima: na derrota por 1 a 0 para o Palmeiras, em setembro, quando teria recebido um tapa do meia Diego Souza – que nem cartão recebeu e, embora relatado ao Superior Tribunal de Justiça Desportiva (STJD), acabou sendo absolvido.

“Tomei aquela cotovelada, ou tapa, no nariz. Foi intencional, tanto é que o Diego Souza não veio me pedir desculpa. Correu sangue e tudo, mas tomei dura do árbitro. É isso que me deixa indignado. Eles (árbitros) querem dar uma de médicos dentro de campo” acrescentou.

O atleta da Raposa também reclamou da mudança de estilo da arbitragem brasileira, que vem marcando menos faltas e deixando o jogo correr mais – semelhante ao que acontece no futebol europeu. Para o cruzeirense, um erro.

“Não sou bosta nenhuma e sou igual a um monte de jogadores no País, mas acho que esse negócio de trazer a Europa aqui para o Brasil. É complicado fazer aqui uma arbitragem como a da Europa ou da Argentina, porque lá existe lealdade. Aqui tem muito jogador maldoso e mau-caráter, que vai para machucar”, encerrou.


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