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01/10 - 09:17

Reservas do Verdão sabem: vencer Áncash mantém chances de jogar

Denílson, Jumar, Gladstone, Jefferson, Evandro e outros acreditam que oportunidade na Sul-Americana é valiosa

Gazeta Esportiva

SÃO PAULO - Para muitos, a Sul-americana parece ser um torneio que mais atrapalha do que ajuda uma trajetória positiva no Brasileiro. Mas pelo menos sete jogadores do Palmeiras vêem a competição com outros olhos.

Enquanto Vanderlei Luxemburgo teve de dar bronca para os titulares não desmerecerem o título continental, os reservas admitem que vencer o Sport Áncash nesta quarta-feira é a chance de não terminar o ano apenas treinando.

“Além da cobrança no grupo em querer vencer, por outro lado é importante vencer as duas competições porque todos têm possibilidade de jogar. Para quem não vem sendo utilizado como titular no Brasileiro, é importante continuar jogando porque treino é uma coisa e jogo é outra”, discursou Denílson, titular nas três partidas do Verdão na Sul-americana.

Assim como o meia-atacante, Jumar, Gladstone, Jefferson, Evandro, Maicosuel e Thiago Cunha também dificilmente entrarão no time principal na reta final do Nacional. A oportunidade de mostrar valor está na campanha que tem sido satisfatória no torneio da Conmebol – basta uma vitória por qualquer placar diante dos peruanos para chegar às quartas-de-final.

Animado, Denílson vê benefícios na luta pelo título sul-americano tanto para a disputa da Libertadores do ano que vem quanto para manter o ânimo no clube para encarar o Atlético Mineiro no sábado, pelo Brasileiro, a primeira partida depois que o time assumiu a liderança.

“A Libertadores é mais difícil, um ambiente totalmente diferente, mas a Sul-americana é importante porque respiramos outros ares nestas viagens. Não deixa de ser um aprendizado”, apontou. “E quem entrar contra o Áncash sabe da necessidade de vencer porque no sábado temos outro jogo e é importante vencer para a auto-estima estar sempre alta”, continuou.

Mais do que alegrar todo o grupo, uma possível desclassificação na Sul-americana não muda o discurso de ordem entre os suplentes no Palestra Itália: seguir trabalhando para estar entre os relacionados nas partidas do Brasileiro.

“Lógico que me decepciono quando não sou titular. Isso é algo totalmente normal, independe do tempo de carreira. Mas em nenhum momento deixo de trabalhar. Eu me sinto um vencedor por estar aqui”, disse Denílson. “Sempre continuo trabalhando para ficar à disposição do Vanderlei. Vai que eu faço o gol do título”, encerrou.


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