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Futebol

30/09 - 02:35

Abertura do Museu do Futebol emociona campeões mundiais

”É emocionante, chego até me arrepiar de ver que estou neste museu", disse Cafu

Gazeta Esportiva

Inaugurado oficialmente nesta segunda-feira, o Museu do Futebol já conseguiu logo em sua primeira noite o seu objetivo: sensibilizou jogadores que fizeram a história do futebol brasileiro. Vários campeões mundiais, com passagens por importantes centros da Europa, mostraram-se impressionados com o espaço que apresentou um arrojado investimento do governo em conjunto com empresas privadas: R$ 32 milhões.

”É emocionante, chego até me arrepiar de ver que estou neste museu. Curti bastante esse momento, é marcante”, afirmou o lateral-direito Cafu, capitão da conquista do pentacampeonato mundial na Coréia do Sul e no Japão. “Passava a hora de ter um local como esse, nós merecíamos”, emendou o atleta, que pretende retornar aos gramados em 2009.

Integrante da equipe tetracampeã mundial em 1994, o ex-volante Mauro Silva também demonstrou o agradecimento pela iniciativa viabilizada no estádio do Pacaembu. “Quando você é garoto, o maior sonho é defender a seleção brasileira. É incrível ficar imortalizado em um espaço como esse”, disse o antigo camisa cinco da equipe canarinho.

Até um ídolo mais antigo, como o ex-meia Roberto Rivellino, que fez parte da inesquecível seleção do tri do México, não conseguiu esconder a comoção pela homenagem realizada na capital paulista. “Estou feliz e orgulhoso de ver esse museu, todos estão de parabéns”, disse o antigo camisa dez do Corinthians.

Os visitantes poderão constatar a partir de quarta-feira, dia de abertura ao público, que Pelé, maior jogador de futebol de todos os tempos, conta com uma área exclusiva dentro dos 6,9 mil metros quadrados do museu. Nesta segunda-feira, o grande ídolo santista evitou o contato com a imprensa, mas mostrou o carinho por uma peça em especial: a camisa que utilizou na final da Copa do Mundo de 1970.

“É uma grande alegria estar aqui e encontrar uma camisa que significa muito para mim e que usei até o intervalo do jogo contra a Itália. Eu tinha dado esse objeto ao Zagallo”, recordou Pelé.

Mais elogios: Cartolas e personalidades importantes da política e do futebol também marcaram presença na inauguração do Museu do Futebol. O presidente da CBF (Confederação Brasileira de Futebol) Ricardo Teixeira despistou, como sempre, os jornalistas, mas, em seu discurso, valorizou o trabalho feito na capital paulista para manter viva a memória do futebol.

”Este local é simplesmente fantástico para a história do futebol brasileiro. São Paulo está de parabéns por uma conquista como essa”, afirmou Ricardo Teixeira.

O ministro dos Esportes, Orlando Silva, considerou a abertura do museu como um momento histórico para o País. “É um lugar que representa a memória do futebol, um fator de identidade com o nosso povo. É parte da cultura”, lembrou.

A noite de festa no Pacaembu teve até a ilustre presença de um representante da Fifa, através do secretário-geral, o francês Jerome Valcke. A partir de quarta-feira, o público poderá conhecer todas as instalações do museu adquirindo um ingresso ao custo de R$ 6.

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