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Futebol

29/09 - 08:32

“O Santos jogou bem, não posso reclamar”, diz Fernandes
"Não posso cobrar o jogador porque o resultado não veio", explicou o técnico do Santos

Gazeta Esportiva

SANTOS - Foi satisfeito que o técnico Márcio Fernandes deixou a beira do gramado da Vila Belmiro neste domingo, após o empate do Santos com a Portuguesa em 1 a 1. Apesar do resultado inesperado – a equipe continua próxima à zona de rebaixamento, apenas três pontos acima -, o comandante exaltou o bom volume de jogo.

“Hoje, o time fez o que tinha que fazer, mostrou qualidade. Não posso cobrar o jogador porque o resultado não veio. O time rendeu, só não conseguiu o resultado e tem que ser cobrado por jogar futebol. O resultado acontece ou não”, disse o treinador, ao apresentar um semblante tranqüilo na entrevista pós-jogo.

O que se viu nas arquibancadas do ‘alçapão da Vila’, no entanto, foi diferente: a massa alvinegra se irritava cada vez mais a cada passe errado dado em campo. De acordo com a análise do treinador, isso aconteceu porque o Santos enfrentou um adversário bem preparado e postado em campo, que tornou o jogo difícil.

“Todos os jogos agora são difíceis, e não é porque é aqui que o jogo é fácil. A Portuguesa foi um adversário difícil, mas o Santos mostrou que foi melhor. Poderia ter conseguido uma vitórias, mas não deu. Também podemos buscar pontos fora”, disse Márcio Fernandes, que ainda resumiu: “Gostei do que vi, mas não gostei do resultado”.

Desta forma, o Santos ocupa a 14ª posição na tabela do Campeonato Brasileiro, com 30 pontos em 27 jogos, três a mais em relação à Lusa, 17ª e primeira equipe na zona da degola. A empolgação dos atletas, que, com a reação no segundo turno, chegaram a pensar até em vaga para competições continentais, acaba se apagando.

“Isso é coisa do ser humano, de não ficar satisfeito com as coisas. Mas não é porque jogamos na Vila que vamos vencer sempre. Tivemos mais chances, fizemos o possível, mas não é uma coisa que vai acontecer de qualquer jeito. O importante é que o time está correndo atrás do resultado. Se estivéssemos numa zona melhor da tabela...”, completou Fernandes, seguido por Roberto Brum.

“Acho que o Santos ficou tanto tempo na UTI, que temos que pensar na nossa manutenção e, se não for pedir muito, uma competição internacional. Para os mais otimistas, isso pode acontecer. É claro que, para um clube do tamanho e da história do Santos, o mínimo que se tem que exigir é uma vaga na Libertadores, mas pelo histórico clínico...', disse o bem humorado Roberto Brum, brincando de médico após o empate.


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