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20/09 - 21:17

Refém da torcida, Marques comemora: “Finalmente respiramos”
“O clube é refém do torcedor. Não teria Atlético se não tivesse torcida”, exaltou Marques

Gazeta Esportiva

BELO HORIZONTE - A mesma torcida cujos alguns integrantes causaram a renúncia do presidente Ziza Valadares com ameaças da morte é a razão da existência do Atlético Mineiro. Esta é a opinião de Marques. O ídolo, que voltou ao time neste sábado, simbolizou o alívio dos jogadores com a vitória por 2 a 1 sobre o Náutico.

“O clube é refém do torcedor. Não teria Atlético se não tivesse torcida”, exaltou Marques, certo de que o gol de Vinicius, que deu a vitória após muita pressão sobre os pernambucanos, deve satisfazer os freqüentadores das arquibancadas.

“Naquele abafa, com aquela raça e aquela garra que o torcedor quer ver, conseguimos virar e segurar depois. No final, todo mundo saiu feliz porque o Atlético finalmente respirou”, comemorou o jogador, que viu o time encerrar jejum de quatro partidas sem vitória e terminar a 26ª rodada do Brasileiro a sete pontos da zona de rebaixamento.

O atacante, contudo, admite que a equipe não teve uma boa atuação e viu o gol de empate de Renan Oliveira, no pior momento do Galo no jogo, como conseqüência da sorte. “O Náutico saiu na frente e nos desestabilizamos. Tivemos sorte pela capacidade individual do Renan que deu a igualdade antes do intervalo”, lembrou.

Na tentativa de manter este espírito, o Atlético volta a jogar em casa no próximo sábado, diante do Figueirense, às 18h20. A chance de finalmente estabelecer a paz com a torcida no ano do centenário do Galo.


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