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11/09 - 01:36

Dunga encara vaias com naturalidade e diz que fica

Mesmo com as vaias e os pedidos de saída, treinador negou a possibilidade de abandonar a equipe

Gazeta Esportiva


RIO DE JANEIRO - Com o empate por 0 a 0 contra a equipe da Bolívia, a seleção brasileira apagou a boa atuação que havia tido em Santiago, quando venceu os chilenos por 3 a 0, e a torcida, que suspendeu as críticas ao time de Dunga durante quase três dias, voltou a pedir pela saída do treinador. No entanto, o comandante da seleção brasileira garantiu que as vaias, após um resultado desagradável, são normais.

“O jogo com o Chile deixou uma expectativa, todos esperavam a mesma coisa, que era a vitória. Por isso as vaias foram normais. A emoção do torcedor é assim, é a forma dele protestar”, afirmou Dunga, concordando com o camisa 10 da seleção, Ronaldinho Gaúcho, também muito criticado, que não se mostrou surpreso com os protestos da torcida.

Para o técnico, a postura defensiva da Bolívia dificultou a equipe brasileira. “Não conseguimos repetir a mesma atuação (de domingo), não conseguimos dar velocidade ao jogo nas laterais, o adversário marcou bem e não conseguimos superar o adversário para chegar até o gol”, analisou.

Reuters
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Dunga ainda destacou o nervosismo do Brasil, que aumentou as dificuldades brasileiras em criar oportunidades de gol. “A ansiedade atrapalhou bastante. Esse nervosismo fez com que errássemos mais que o normal”, avaliou o técnico.

Insatisfeito, o técnico disse ainda que terá dificuldades para dormir na noite desta quarta-feira, em virtude do desempenho muito abaixo do esperado. “Depois do jogo a gente dorme um pouco, mas fica pensando no que aconteceu, no que podia ter sido feito ou não, costumo ter certa dificuldade para pegar no sono”, admitiu Dunga.

O treinador ainda negou a possibilidade de deixar o comando técnico da seleção brasileira após a torcida carioca ter pedido sua cabeça após o empate com os bolivianos. 'Vou continuar meu trabalho, vou cumprir com aquilo que foi combinado com o presidente da CBF [Ricardo Teixeira]', concluiu.

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Reprodução

Vaiado
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