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09/09 - 17:24

Ex-segurança presta depoimento e se defende das acusações de Leão

Acusado pelo ex-treinador do Santos de armar emboscada contra ele, Castelão diz que foi provocado

Gazeta Esportiva

SANTOS - Identificado como um dos agressores do técnico Emerson Leão, em um incidente ocorrido na Vila Belmiro, quinta-feira passada, o ex-segurança do Santos, Marco Antônio Castelão, compareceu nesta terça-feira ao 2º Distrito Policial de Santos para prestar seu depoimento sobre o episódio envolvendo o ex-treinador do Peixe. Leão acusou Castelão de armar uma emboscada para ele, juntamente com outras cinco pessoas, todas já identificadas.

Castelão alegou perante a delegada Daniela Perez não ter premeditado a ação e disse apenas ter reagido aos xingamentos que recebeu do ex-comandante alvinegro. De acordo com a delegada responsável pela investigação, Castelão afirmou que apenas passava em frente à Vila Belmiro, quando viu Leão saindo do clube e decidiu tirar satisfações sobre a sua demissão, que aconteceu por um pedido do treinador, em sua última passagem pelo Santos.

”O Marco Antônio Castelão diz que trabalhou dez anos no clube e que foi demitido pelo Leão. Então, avistou o treinador e foi tomar satisfações. Ele diz que Leão o ofendeu com palavras de baixo calão. Em razão disso, eles começaram a discutir e a se agredir”, explicou a delegada.

Castelão assistiu as imagens com a confusão, mas garantiu que não sabe quem são as outras pessoas presentes no vídeo agredindo Emerson Leão, atual técnico do Al Sadd, do Qatar. O ex-segurança do Peixe negou ter planejado o ocorrido com outras pessoas, assim como acusam Leão e um adolescente que participou da confusão e compareceu à polícia para depor espontaneamente na última sexta-feira.

“Ele diz que isso é inverídico e que os adolescentes passavam por lá e até o ajudaram. O Castelão garante que não conhece nenhum deles, não sabe sequer descrevê-los”, contou Daniela Perez.

A delegada deve convocar os outros envolvidos na confusão, que prestaram depoimento no último sábado. O grupo compareceu voluntariamente, com a presença de um advogado, mas em uma outra delegacia, o 3º DP. Por isso, Daniela terá que intimá-los para prestarem esclarecimentos novamente, pois está mais diretamente ligada ao caso, com mais informações para interrogá-los.

São eles Luiz Felipe Dias de Souza, 18 anos, Higor Camilo Mendes Chagas, 19, Guilherme Jorge da Silva, 25, e Ronaldo Ripino dos Santos, 32. Segundo afirmou a delegada ainda no distrito, nenhum deles deverá ser preso, apesar do forte apelo público. No máximo, os condenados terão que prestar serviços comunitários.


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Castelão chega para depoimento; ex-segurança negou premeditação na briga com Leão

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