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04/09 - 17:41

Rogério Ceni: “Seria um desastre ficar fora da Libertadores”
Depois do empate com o Atlético-MG, o São Paulo caiu para a sexta colocação, com 39 pontos

Gazeta Esportiva

SÃO PAULO - A presença constante do São Paulo nas últimas edições da Copa Libertadores faz com que os jogadores do time nem imaginem mais o que acontece quando não consegue a classificação para o torneio continental.

Atualmente fora da área que dá vaga à competição, o capitão Rogério Ceni afirmou que seria um desastre ficar fora do torneio e explicou que não sabe como seria se tivesse de peregrinar novamente em jogos da Copa do Brasil.

“Para um time como o São Paulo, seria um desastre ficar fora da Libertadores. Isso influenciaria não só o ano de 2008, mas também toda a projeção de 2009. Eu, como atleta, não consigo imaginar de, em vez de jogar em Maracaibo, ter de jogar em Macapá, Manaus... Em vez de jogar uma Libertadores, teria de voltar a jogar Copa do Brasil, com todo o respeito. Por isso, temos de evoluir”, comentou o goleiro, no desembarque do Tricolor na capital paulista, na tarde desta quinta-feira.

Depois do empate por 1 a 1 com o Atlético-MG, na noite de quarta-feira, o São Paulo caiu para a sexta colocação, com 39 pontos, apenas um abaixo do G-4. Apesar de considerar um “desastre” ficar fora da próxima Libertadores, Rogério nega que 2009 seria um “ano perdido”.

“Não seria um ano perdido, mas ainda há tempo de retomar em 2008 o caminho que seja suficientemente bom para poder tentar um ano melhor em 2009”, comentou. Mesmo estando preocupado com a situação atual do Tricolor, Rogério afirma que já passou por ocasiões piores no clube.

“Não é o momento mais crítico, já tive mais difíceis. No Brasileiro de 2005, chegamos a estar lá embaixo (em 19º lugar). Mas sempre é mais difícil de viver o momento atual porque o que passou já foi. Estando em primeiro ou segundo, o momento em que está é sempre mais difícil”, comentou.

Em 2005, o Tricolor apresentou uma queda de rendimento no Brasileirão depois de ter conquistado o título da Libertadores. Naquela época, o discurso dos atletas era de que a situação era até natural depois de uma grande conquista. No fim daquele ano, o time até então comandado por Paulo Autuori levantou a taça no Mundial de Clubes.


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