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03/09 - 17:28

Lúcio admite: Brasil não chegará como favorito à África do Sul
Para o zagueiro do Bayern, a seleção precisa adotar o mesmo modelo utilizado nas Eliminatórias para a Copa de 2002

Gazeta Esportiva

TERESÓPOLIS - Provável dono da tarja de capitão da seleção brasileira para os jogos contra Chile e Bolívia pelas Eliminatórias Sul-americanas para a Copa do Mundo de 2010, o experiente zagueiro Lúcio mostrou ter total ciência da situação delicada que a equipe do técnico Dunga vive atualmente. Assista ao vídeo no player ao lado >>

Quinta colocada na tabela de classificação e pressionada pelo fraco futebol apresentado tanto na competição continental quanto nos Jogos Olímpicos de Pequim, a seleção brasileira terá de vencer seus dois próximos compromissos para aliviar um pouco a tensão que ronda o ambiente.

“Também enfrentamos uma pressão diária em nossos clubes e temos que estar acostumados a isso. Nosso grupo tem muita qualidade e é hora de mostrar isso dentro de campo”, ordenou Lúcio, antes do início dos trabalhos desta quarta-feira, na Granja Comary, em Teresópolis.

Para o zagueiro do Bayern de Munique, da Alemanha, a seleção precisa adotar o mesmo modelo utilizado nas Eliminatórias para a Copa do Mundo da Ásia, em 2002, quando conseguiu a classificação somente na última rodada, diante da Venezuela, e deixou o Oriente com o pentacampeonato na bagagem.

“Chegamos ao Japão e à Coréia do Sul sem sermos favoritos e acabamos como campeões. Espero que isso também aconteça em 2010, pois acredito que também não iremos para a África do Sul como favoritos”, apontou o zagueiro, procurando tirar um pouco o peso das costas do grupo brasileiro.

O jogador acredita que a melhor forma de acabar com a enxurrada de críticas que vem castigando a seleção nos últimos tempos é jogando bola. “Todos aqui já têm bastante tempo no futebol e sabem que só resultados positivos podem nos ajudar. É dentro de campo que conseguiremos reverter essa situação”, concluiu.


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