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Futebol

28/08 - 16:03

No Vasco, Jorge Luiz garante que pega o Grêmio no domingo

O zagueiro deu um susto ao deixar o treino do Vasco reclamando de dores no joelho esquerdo

Gazeta Esportiva

RIO DE JANEIRO - Na última quarta-feira, o zagueiro Jorge Luiz deu um susto ao deixar o treino do Vasco reclamando de dores no joelho esquerdo, o mesmo que o afastou por um bom tempo da equipe. Apesar da preocupação dos médicos cruzmaltinos, que preferem a cautela, o defensor garante que estará em campo para enfrentar o Grêmio, no domingo, no Estádio Olímpico.

”As outras dores eram bem fortes. Essa é diferente e vou conseguir jogar sem problema nenhum”, comentou Jorge Luiz.

Os problemas médicos de Jorge Luiz fizeram com que ele só disputasse nove dos 22 jogos do Vasco no Campeonato Brasileiro. Mas com ele de volta, o time tem mostrado um melhor rendimento no sistema defensivo, só tendo sofrido um gol nas últimas três partidas.

Outro responsável pela boa fase da defesa é o goleiro Roberto, que ganhou a camisa um depois da lesão de Tiago. Mas com o antigo titular recuperado e já de volta aos treinos, Roberto ainda não sabe se iniciará o jogo contra o Grêmio. O goleiro prefere não pressionar o técnico Tita e fez um desabafo após o treino da manhã desta quinta-feira, no Vasco-Barra.

”Só tenho a agradecer a ele pela confiança que ele me deu. Me colocou como titular, me deu a braçadeira de capitão. Já passei por tanta coisa aqui no Vasco, já fui até humilhado, o que ele decidir está bom. Consegui a sequência que eu sempre pedi, joguei quatro partidas seguidas e fui bem. Considero isso uma volta por cima”, afirmou Roberto, que disse ter sido vítima de uma traição no Vasco no ano passado.

Apesar das declarações, Roberto garante que seu problema não aconteceu com o Celso Roth, que comandou o Vasco no ano passado e atualmente dirige o Grêmio, adversário de domingo. O goleiro cruzmaltino ainda aproveitou para sair em defesa de Roth, acusado por alguns de incentivar a violência nas equipes que comanda.

”Trabalhei com o Celso Roth e posso falar que, em nenhum momento, ele pede para ser desleal em campo. Ele pede o que todos os treinadores pedem, quando o adversário tiver se aproximando da área para matar a jogada. A falta faz parte do futebol. E está comprovado que em muitas vezes, o time que faz a mais faltas sai vitorioso de campo”.

Roberto também garantiu ser contrário à deslealdade em campo, mas pregou o pensamento parecido com o de Celso Roth. “Não estou falando que tem que ser violento, pois não sou a favor da violência em nenhum segmento da sociedade, mas uma falta, matar a jogada às vezes, eu sou a favor”, confirmou o goleiro vascaíno.


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