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28/08 - 09:46

Alex Mineiro quer provar que “mudou de lado” no domingo
Será a primeira vez que Alex entrará na Arena da Baixada como adversário do Atlético-PR

Gazeta Esportiva

SÃO PAULO - Alex Mineiro é tratado como ídolo no Atlético Paranaense. Goleador na reta final do único título brasileiro da equipe, em 2001, e nono maior artilheiro da história do clube, com 75 gols, o centroavante acabou conhecido como “carrasco” de muitos clubes utilizando a camisa rubro-negra.

Contra o Palmeiras, seu atual time, o camisa 9 aliviou em gols – marcou apenas um como atleticano, na vitória dos curitibanos por 2 a 0 no Palestra Itália no Brasileiro de 2007 –, mas atuou bem com freqüência diante do Verdão. Tanto que Marcos o “culpou” pelos quatro anos de tabu da equipe contra o Furacão até este ano, quando Alex fez o gol do triunfo palmeirense por 1 a 0 sobre sua ex-equipe.

E o atacante promete se esforçar para repetir a dose em sua antiga casa. “O Atlético é um clube em que eu tenho história e que eu aprendi a admirar, mas agora faço parte do Palmeiras e vou dar o meu melhor, o meu máximo para vencer”, assegurou.

O jogador tem mesmo mostrado serviço com a camisa alviverde, que veste desde janeiro. Os 33 gols já marcados lhe garantiram a artilharia do Paulista conquistado pelo Verdão e o topo da tabela no momento no Brasileiro. De quebra, vive no clube seu melhor ano na carreira – antes de 2008, sua temporada com mais gols havia sido em 2007, quando fez 30 pelo Furacão.

A ligação com os rubro-negros curitibanos, no entanto, é inegável. Neste domingo, às 16h, será a primeira vez que Alex entrará na Arena da Baixada como adversário após ter conquistado a torcida. E admite: não será um jogo comum para ele.

“Saí de lá em 2004, depois voltei, e vai ser a primeira vez que vou jogar lá contra o Atlético Paranaense. Claro que vai ser um jogo especial para mim”, definiu o atleta, que já passou também por América-MG, Cruzeiro, Vitória, Bahia e Atlético-MG.

“É sempre bom retornar, rever os companheiros, a torcida e visitar um clube que me deu oportunidade de aparecer pela primeira vez no cenário nacional”, continuou o agradecido centroavante, que diz ter sido a Arena da Baixada o palco de seu gol mais marcante.

“Todos os gols que eu fiz considero importantes, mas um que eu destaco é o da final do Brasileiro de 2001. O Souza tocou de calcanhar e eu passei no meio de três zagueiros para fazer”, relembrou, apontado o terceiro gol da vitória por 4 a 2 sobre o São Caetano, no primeiro jogo da decisão nacional – naquela partida, o atacante fez mais dois e voltou a marcar no triunfo por 1 a 0 na volta, no ABC paulista, que assegurou o título aos paranaenses.


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