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Futebol

24/08 - 22:04

Kléber comemora encontro com árbitro que aceita conversa

Com sete cartões amarelos e dois vermelhos em 17 partidas, atacante vem mantendo 'média disciplinada' ultimamente

Gazeta Esportiva

SÃO PAULO - Um dos jogadores mais indisciplinados do Campeonato Brasileiro com sete cartões amarelos e dois vermelhos em 17 partidas, Kléber vive atualmente uma época de paz com os árbitros. Desde quando cumpriu sua última suspensão, há três rodadas, o atacante foi advertido apenas uma vez – sua média é superior a um cartão a cada dois jogos.

Neste domingo, o camisa 30 voltou a passar em branco com os apitadores ao sair de campo sem ser advertido na vitória por 4 a 2 sobre a Portuguesa. Fato que atribui a um aspecto da atuação de Cleber Wellington Abade que tem sido raro nesta temporada: o diálogo com os atletas.

“Conversei bastante com o Abade durante o jogo hoje (domingo) e isso é válido. Às vezes, você vai conversar na boa e o juiz te xinga, te dá o cartão”, relembrou o palmeirense, que foi expulso por Djalma Beltrami contra o Náutico por ter reclamado do amarelo que recebeu.

Além do menor rigor do árbitro deste domingo no Pacaembu, Kléber crê que sua média de advertências tem caído também por mudança de postura. “A maioria dos cartões que eu tomei foi por culpa minha. Acabo ficando nervoso durante a partida, é uma coisa minha. Tenho que tomar cuidado, ficar mais tranqüilo. É isso que estou fazendo e espero continuar assim”.

E atuações como a de Abade no Pacaembu devem ajudar o atacante. O árbitro paulista assinalou poucas faltas, assim como o sempre elogiado Leandro Pedro Vuaden. Vanderlei Luxemburgo, contudo, faz uma ressalva à opção de “deixar o jogo correr”.

“Uma coisa é fazer escola e outra é não colocar a regra em prática. Se a falta existe, tem que dar. Temos que ter interpretação”, ensinou o treinador, avisando que só diminuir o número de faltas não é o suficiente.

“Aqui na América do Sul os jogadores chamam para o drible, e isso aumenta o número de faltas. Na Europa, o jogo é só de mudança de direção, lançamentos em velocidade, por isso tem menos faltas”, comparou.


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