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06/08 - 22:41

Luxa celebra time encorpado e quer manter 70% do grupo em 2009

Para 2008, além do próprio Luxemburgo e toda a sua comissão técnica, o Verdão trouxe 18 jogadores

Gazeta Esportiva

SÃO PAULO - Depois de 17 rodadas, o Palmeiras finalmente se tornou um time forte no Campeonato Brasileiro. Esta é a opinião de Vanderlei Luxemburgo. Feliz com a evolução de seus comandados após o relaxamento com o título paulista, o treinador já traça planos sobre quem deve ficar no clube na próxima temporada, quando o time quer, ao menos, estar de volta à Libertadores.

“Estamos formando um elenco. Iniciamos o trabalho em janeiro e estamos criando um elenco fazendo uma base para no próximo ano sermos mais fortes”, projetou o técnico. “Queremos ter 70%, 80% da base toda, com jogadores já maduros com um ano de clube e outros jovens. Agora, fazemos um processo de contratação visando o momento. Alguns vão ficar, outros não, mas temos um grupo definido para darmos um tiro certo”.

Para 2008, além do próprio Luxemburgo e toda a sua comissão técnica, o Verdão trouxe 18 jogadores, metade deles especialmente para a disputa do Brasileirão. E no momento, depois de muitas oscilações, vê o elenco maduro o suficiente para sonhar com o pentacampeonato nacional.

“Tivemos nas últimas rodadas um crescimento como equipe e dentro da tabela. Sempre acho que quando se conquista um campeonato com um time em formação, a tendência é queda de produção. Depois disso, você equilibra, toma porrada, recebe críticas, e acaba encorpando .Nossa equipe está definindo um elenco na temporada. Nesse momento, estão todos felizes porque tomaram pancada e agora estão encaixando”, apontou.

A evolução palmeirense indicada pelo técnico tem como prova os números do time. O clube é o dono da melhor média de passes certos e de dribles dentre os 20 concorrentes na Série A. Fato que o comandante atribui a si próprio.

“Essa é uma característica da minha equipe. Gosto que joguem futebol. Virar robô não funciona, no futebol você tem que mudar de direção. Deixo eles arriscarem, perderem a bola com um drible. Se o atacante não tentar isso, como vai fazer?”, questionou. “Eles têm que ter o apoio dos beques e volantes, que vem de trás com toque de bola e deixam os meias e os atacantes tentarem o drible a todo momento”, ensinou.


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