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Futebol

04/08 - 17:00

O "meu" Manchester United no Pro Evolution Soccer 2008
Carlos Eduardo Moura conta como funciona o jogo e quais opções escolheu para tornar seu time competitivo

Trivela.com

SÃO PAULO - O Pro Evolution Soccer 2008 (produzido pela Konami e conhecido no Japão como Winning Eleven) é o melhor jogo de futebol para consoles. Como um bom simulador de futebol, há diversas maneiras de se jogar: desde um simples amistoso a opções mais sofisticadas, nas quais você poderá criar seu próprio time e disputar a Master League (ML). Ou ainda disputar a ML com um time já existente – tipo Barcelona, Manchester United, Milan etc.

O mais interessante e divertido é disputar a ML com a opção de evolução dos jogadores ativa – isto fará com que, à medida que os jogos e temporadas passem, seus jogadores evoluam ou declinem nas habilidades e, é claro, envelheçam e se aposentem, quando os 35, 36 anos chegarem.

Minha melhor experiência na ML foi com o Manchester United (no jogo, o “Man Red” – a produtora do game não conseguiu a liberação do nome oficial dos clubes e estádios ingleses, mas Cristiano Ronaldo, Rooney e companhia estão lá). Só um detalhe: o meu console é o PlayStation 2.

Antes, um parêntese: você pode escolher em qual lugar disputar a competição, se na espanhola, italiana, inglesa ou numa quarta opção, que mistura times de outros países, como França, Holanda e Alemanha (Brasil e Argentina estão representados por Internacional e River Plate). Mas você sempre começará na segunda divisão, onde estão 8 times e sobem dois.

Na primeira divisão da ML, são trinta times disputando turno e returno. O campeonato é por pontos corridos. Entre os jogos, são disputados também a Copa da Liga e o Campeonato Europeu – a velha e boa Champions League, para a qual só se classificam os que estão na ponta da tabela da liga.

No começo, o time é bastante irregular e instável, mesmo contando com bons jogadores. Demorei para começar a jogar bem, mesmo com Cristiano Ronaldo, Rooney e Tevez no time. Na primeira temporada na ML (sempre jogando no nível Top Player), passei 14 jogos sem uma única vitória.

Aí resolvi mudar o esquema tático para o 4-5-1, atuando praticamente com 4 zagueiros (Ferdinand, Neville, Evra e Vidic) e dois volantes (Carrick e Hargreaves). Uma muralha lá atrás. No meio, Cristiano Ronaldo; na ponta direita, Rooney; e na esquerda, Giggs. Lá na frente, Tévez completava o time, que tem Van der Sar no gol.

Em jogos menos importantes ou nos da Copa, jogadores como Nani, Scholes, Anderson, Saha e Park Ji Sung entravam, para dar descanso aos titulares. O jogo é realista: um jogador cansado de uma seqüência de vários jogos não rende muita coisa. Então, é preciso ter um bom elenco e poupar.

Na segunda metade do campeonato, o time começou a render e as vitórias apareceram. Das últimas posições, cheguei ao final da temporada com o vice-campeonato da Copa (Chelsea levou o título) e na quarta colocação na liga.

Com a janela de transferências aberta, fui ao mercado e vendi vários jogadores: aquele abraço para o veterano Giggs, Evra, Brown, Neville, O’Shea etc. Entraram peças fundamentais: Messi e Eto’o, do Barcelona, e depois Gerrard e Lampard, para jogar como volantes. O ideal é sempre contar com alguns jogadores mais experientes, com no máximo 30 anos, e alguns jovens, que serão o seu time titular nas próximas temporadas.

O time ficou quase como eu queria e pude jogar no tradicional 3-5-2, com três zagueiros de ofício plantados lá atrás, dois volantes que sabem marcar e sair pro jogo, três meias extremamente ofensivos (Ronaldo pelo meio, Messi na direita e Rooney na direita) e dois atacantes – Eto’o vindo buscar jogo e Tevez mais enfiado na área.

Com os jogadores mais maduros e entrosados, pude então disputar a liga em iguais condições com Chelsea e Liverpool, conseguindo um vice-campeonato e o título da Copa. Na temporada seguinte (com Fernando Torres como principal reforço no ataque e Petr Cech no gol), vieram o título da liga e o tão sonhado título de melhor time europeu, numa final acirrada com o Milan de Kaká, Seedorf, Pirlo e Ronaldo (sim, o fenômeno parrudo está lá).

Ainda não consegui a tríplice coroa, levar os três títulos, mas agora é questão de tempo e treinamento. O meu time (quase) ideal está montado: Cech; Ferdinand, Vidic e Heitinga; Gago e Emanuelson (Iniesta); Messi, Cristiano Ronaldo e Rooney (Agüero); Fernando Torres e Eto’o (Tevez e Adriano).

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