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Futebol

04/08 - 21:27

Após 17 rodadas, Brasileirão já trocou 15 treinadores

O último a perder o cargo foi Roberto Fernandes, demitido do Atlético-PR após a derrota para o Botafogo

Gazeta Esportiva

SÃO PAULO - Há pouco mais de dois meses a frente do Atlético Paranaense, o técnico Roberto Fernandes acertou nesta segunda-feira sua saída da equipe curitibana, pela qual estreou na terceira rodada, no empate em 1 a 1 com o Atlético Mineiro. A demissão do treinador, sua segunda, gerou a décima quinta troca de cadeiras neste Campeonato Brasileiro.

Fernandes começou o Brasileirão no Náutico, deixando o time pernambucano na liderança - com seis pontos em dois jogos - para suprir a lacuna deixada pelo primeiro demitido do torneio, Ney Franco. Já no Atlético Paranaense, nos 15 jogos em que comandou o time, o técnico venceu três partidas, empatou quatro e perdeu oito.

Assim como o recém-desempregado Fernandes, outros dois treinadores que caíram duas vezes neste campeonato foram Alexandre Gallo e Geninho. O ex-volante começou no Figueirense e logo depois chamou a atenção do Atlético Mineiro, clube que comandava até quarta-feira passada, quando o clube alvinegro tomou uma goleada de 6 a 1 do Vasco.

Já Geninho começou no mesmo Atlético Mineiro que dispensou Gallo, seguindo depois para o Botafogo. No time de General Severiano, sua passagem não durou mais do que um mês e dez dias, sendo encerrada também por uma goleada: 5 a 2 para o Vitória de Vagner Mancini, um dos dez técnicos que seguem na mesma equipe desde o início do torneio.

Além do Rubro-Negro baiano, mantiveram seus comandantes os paulistas São Paulo e Palmeiras, os cariocas Vasco, Fluminense e Flamengo, além de Grêmio, Coritiba, Cruzeiro e o campeão da Copa do Brasil, o Sport.

A ‘forca’ do Brasileirão não poupou nem técnicos experientes como Leão, que durou apenas quatro rodadas na Vila Belmiro, e agora foi parar no inexpressivo futebol catariano.

Além de atrair o ex-técnico santista, os petrodólares do país árabe quase tiraram um dos ‘intocáveis’ do Brasileirão, o flamenguista Caio Júnior, que preferiu apostar em um trabalho a longo prazo na equipe da Gávea.


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