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Futebol

02/08 - 14:52

Na conversa e no dia-dia, Jéci vê evolução na zaga alviverde

Zagueiro aprovou a mudança tática do time, que passou a utlizar 3 zagueiros desde o jogo contra o Santos

Gazeta Esportiva

SÃO PAULO - Durante todo o mês de julho, o palmeirense viu em campo uma zaga formada por dois jogadores que desembarcaram no Palestra Itália em meio ao Campeonato Brasileiro. Sem nunca terem atuado juntos antes, Jéci e Gladstone acumularam contestações no início, mas, depois de oito jogos, as cobranças diminuíram. Fruto de muito bate-papo.

“Eu e o Gladstone conversamos sempre no quarto, na concentração, para corrigirmos nosso posicionamento e não pecarmos pelos mesmos erros. Vamos nos acertando no dia-dia”, comentou Jéci, titular desde quando chegou do Coritiba, por sugestão de Henrique, hoje no Bayer Leverkusen, e que sempre demonstrou serenidade em suas entrevistas.

“As críticas fazem parte do nosso trabalho, mas eu e o Gladstone estamos tranqüilos porque estamos em uma crescente muito boa. Temos a cabeça boa e preparada para a pressão. O importante é crescermos e aprimorar nosso jogo”, emendou o zagueiro.

A tranqüilidade garantida pelo camisa 16, entretanto, nem sempre atingiu Wanderley Luxemburgo. Jéci estreou no empate contra o Atlético-MG e, quatro jogos depois, o Verdão acumulava duas derrotas, outro empate e apenas uma vitória.

Preocupado com sua defesa, o técnico escalou Maurício como terceiro zagueiro. Com esta formação, o time bateu o Santos e empatou com o Grêmio no Olímpico. E o chefe ganhou elogios de um dos “beneficiados”.

“O Maurício nos ajudou muito. O nosso sistema estava ficando muito exposto, mas com três na zaga eu pude ficar na sobra e o time ficou compacto. Melhorou muito”, admitiu Jéci, que assegura ter sempre recebido “confiança do professor Wanderley, e isso é importante para render mais”.

No 3-5-2, a equipe trancou a defesa, mas tomou três gols em dois jogos. Novamente com dois na zaga, curiosamente, o goleiro Marcos não foi batido. Fato que faz com que Jéci abra um sorriso. “Não ter tomado gol contra uma equipe como o Flamengo é um fator muito positivo, é gratificante. Deixa a gente com mais confiança acima de tudo”, comemorou.

Curtindo agora uma fase de avaliações mais amenas sobre suas atuações, o defensor só quer continuar desfrutando do bom momento pessoal e do Palmeiras no Brasileiro diante do Ipatinga, neste domingo, em Minas Gerais.

“Foi uma coincidência a seqüência sem vitórias, entrei em um time que tinha muitos desfalques. Nesses momentos, sempre passam algumas coisas na cabeça, mas estou tranqüilo. O Palmeiras tem um grupo forte e o mais importante é não tomarmos gols e, claro, sairmos de campo com vitórias”, finalizou.

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