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Futebol

02/08 - 05:51

Fora do G-4, Palmeiras ainda confia em liderança do turno

Alviverde paulista tem que subir quatro posições para terminar o primeiro turno como líder

Gazeta Esportiva

SÃO PAULO - Desde quando a CBF optou por um Campeonato Brasileiro jogado em pontos corridos, em 2003, uma coincidência tem dominado o torneio: quem termina o primeiro turno na liderança fica com a taça no final da competição. Sem aclamar tanto a superstição, o Palmeiras sonha em figurar no topo nas três rodadas restantes para o fim da primeira metade do Nacional.

A condição de líder, entretanto, ainda não fez parte do cotidiano alviverde em 2008. Após 16 jogos, a equipe está em quinto lugar, fora até mesmo da zona de classificação para a Libertadores. Aparecer no G-4 foi um privilégio que os campeões paulistas ostentaram em apenas três rodadas. A confiança no simbólico título do primeiro turno, contudo, existe no Palestra Itália.

“Dá para ser líder ainda no primeiro turno sim. Está tudo muito nivelado. A gente só não está entre os quatro primeiros por saldo de gol (o Flamengo, quarto colocado, tem os mesmo 28 pontos, mas saldo de quatro gols acima). Na próxima rodada, o Grêmio pega o Vitória e o Cruzeiro pega o Flamengo. Se vencermos o Ipatinga, já estamos entre os quatro”, calculou Leandro.

Apesar do otimismo, a missão de ficar em primeiro no turno poderia ser mais tranqüila caso o Verdão não somasse tantos tropeços em sua campanha, a maioria deles fora de casa. Dentre os vacilos, o lateral-esquerdo apontou os três que mais lamenta – se vencesse ao menos dois destes, estaria à frente do líder Grêmio.

“Teve o jogo contra o Figueirense (1 a 1), que era em casa e se ganhássemos já estaríamos lá na frente. Contra o Goiás (derrota por 3 a 2 no Serra Dourada) nós tivemos chances de vencer, contra a Portuguesa (1 a 1 no Pacaembu) fizemos um bom primeiro tempo e poderíamos ter vencido também”, relembrou o camisa 6.

“Chorar o leite derramado”, porém, é proibido entre os comandados de Wanderley Luxemburgo. “Isso tudo já passou. Temos é que trabalhar para vencer os próximos jogos. Nesse negócio de ‘se’, se meu pai fosse mulher eu teria duas mães”, sorriu Leandro.

E fazer contas para chegar à ponta também está totalmente descartado pelo lateral-esquerdo. “Depois que ganhamos do Flamengo, o pessoal estava preocupado no vestiário querendo saber os outros resultados e o Denílson falou: ‘esqueçam os outros, vamos fazer a nossa parte’. É o que temos de fazer”, pregou.

Raposa inalcançável – Embora faça projeções de muito sucesso para o Palmeiras em 2008, Leandro não se esquece do time que lhe deu seu único título brasileiro na carreira. “Não tem como comparar nenhuma equipe com aquele Cruzeiro de 2003. Foi o melhor time que eu já joguei”, elegeu o jogador, que tinha Luxa como técnico em Belo Horizonte há cinco anos levantando também o Campeonato Mineiro e a Copa do Brasil naquela temporada.


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