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31/07 - 07:48

Palestra segue como diferencial no equilibrado Brasileirão
Em oito jogos, já são sete triunfos e um empate – aproveitamento de 91,7% dos pontos disputados

Gazeta Esportiva

SÃO PAULO - A vitória dessa quarta-feira sobre o Flamengo consolidou o Palmeiras em uma condição que havia perdido nos últimos anos: ser imbatível dentro de casa. Depois de passar por eliminações e tropeços traumáticos em seu estádio, o time tem transformado o Palestra Itália em uma de suas principais armas para chegar a mais um título brasileiro.

Em oito jogos, já são sete triunfos e um empate – aproveitamento de 91,7% dos pontos disputados. Em casa, depois de 16 rodadas, o Verdão conquistou mais de 78% dos 28 pontos que acumula na competição. Situação inimaginável em 2007, quando a equipe terminou o ano deixando escapar a classificação para a Libertadores ao perder para o Atlético Mineiro.

Responsáveis pela campanha de melhor mandante deste Brasileiro, os jogadores não cansam de enaltecer o apoio que têm nas arquibancadas. “Ter a torcida a favor sempre faz a diferença”, avalia Sandro Silva “Precisamos do apoio dos torcedores e eles têm nos apoiado, têm sido importantes. Espero que continuem assim”, torce Kléber.

Mais calculista que seus comandados, Wanderley Luxemburgo avisa: o Parque Antártica não é o único caldeirão da competição. “Jogar em casa é um privilégio, mas não é um privilégio só do Palmeiras”, aponta, sempre minimizando o fraco desempenho longe de seus domínios – apenas um quarto dos pontos disputados fora de casa foram acumulados pelo clube.

“Todos os times têm sofrido com isso. Não tem nenhum time que me convenceu que pode sair de sua casa e vencer o Grêmio em Porto Alegre, por exemplo”, cita Luxemburgo, que destaca como trunfo em seus trabalhos as boas atuações como mandante.

As dificuldades impostas pelos donos da casa neste Nacional, porém, não torna ninguém invencível. “Não vejo nenhum time fora de série. O que vejo são elencos bons. Você pode ver que o Santos conseguiu um resultado no Beira-Rio, por exemplo. E equipes que não são de ponta têm formado bons times jogando em casa, como o Figueirense, o Coritiba, o Sport”, lembra o técnico palmeirense, animado com o torneio.

“Está tudo muito igual. Se acontece alguma coisa com o Grêmio contra o Coritiba, embola tudo de novo”, prevê. “O Brasileiro está muito equilibrado e repito que duas equipes grandes devem cair ou pelo menos ficar na rabeira”, conclui.


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