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31/07 - 16:21

Lusa confirma Bruno Telles e pode perder mandos de campo

A negociação foi selada após a realização de exames médicos, com a assinatura do contrato

Gazeta Esportiva

SÃO PAULO - A Portuguesa confirmou, nesta quarta-feira, a contratação do lateral-esquerdo Bruno Telles. O jogador chega de empréstimo junto ao Grêmio e deve permanecer no Canindé até o fim da temporada. A negociação foi selada após a realização de exames médicos, com a assinatura do contrato.

“Já conheço o Gavilán, o Jonas e o Patrício. Vou me adaptar rapidamente”, disse o novo reforço de 22 anos, que assistiu à vitória de virada da Lusa sobre o Fluminense por 3 a 1, pelo Campeonato Brasileiro. O jogador iniciará os trabalhos com o grupo comandado pelo técnico Valdir Espinosa.

Punição - A Portuguesa será julgada, nesta sexta-feira, por conta de um incidente envolvendo uma pedra atirada na janela do vestiário dos árbitros, no Canindé, quando o time da casa empatou em 2 a 2 com o Flamengo, pelo Campeonato Brasileiro.

O episódio foi denunciado pelo árbitro Evandro Rogério Roman, que ainda afirmou que, com a pedrada, o vidro da janela foi quebrado, deixando o banheiro impossibilitado de utilização. Ainda segundo Roman, o local foi invadido por um conselheiro da Lusa, Armindo Cunha Costa, que reclamou dizendo “Os dois gols do Flamengo foram com a mão. Vocês estão fodidos para sair daqui”. Tudo foi relatado na súmula da partida.

Por isso, o clube paulista será julgado pelo Superior Tribunal de Justiça Desportiva (STJD), com base no artigo 213 do Código Brasileiro de Justiça Desportiva (CBJD), por ‘Deixar de tomar providências capazes de prevenir e reprimir desordens em sua praça de desporto’, que prevê punição de R$ 10 mil a R$ 200 mil, além de perda de mando de campo de uma a dez partidas.

Da mesma forma, o conselheiro responderá pelo artigo 274 de CBJD, por ‘Invadir local destinado à equipe de arbitragem, ou à partida, prova ou equivalente, durante sua realização, inclusive no intervalo regulamentar ou nele ingressar sem a necessária autorização’, que prevê punição de 120 a 720 dias. Armindo Cunha Costa, no entanto, é réu primário.


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