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Futebol

28/07 - 22:59

“Perseguido”, Kléber sugere reunião por uma arbitragem homogênea

Atacante, porém, nega mandar carta com sugestões para Sérgio Corrêa, presidente da Associação Nacional de Arbitragem

Gazeta Esportiva

SÃO PAULO - Desde o início do Campeonato Brasileiro, Kléber tem recebido com críticas em relação aos cartões que tem recebido – já foram três vermelhos e cinco amarelos em dez jogos. O atacante, porém, defende-se com uma constatação: não há critério na arbitragem brasileira.

Depois de quatro anos no Dínamo de Kiev, na Ucrânia, o jogador revelado pelo São Paulo alega ter dificuldades para se readaptar porque há árbitros que marcam faltas ignoradas por outros. E usa como exemplo o pênalti que sofreu nesse domingo, contra o Grêmio.

“Não tem critério. No pênalti contra o Grêmio, por exemplo, o zagueiro normalmente seria expulso, mas não foi. Um árbitro deixa chegar mais, outros param muito. Você não pode argumentar, mas muitos te xingam, e isso desde quando eu estava no São Paulo em 2003. Eles têm que se reunir, entrar em acordo”, sugere o camisa 30.

Acuado pelos apitadores, que acredita “estarem mais de olho em seu jogo”, Kléber enumera equívocos que, na sua visão, tem atrapalhado o Brasileiro. “Tem muito erros no campeonato, que interferem na tabela. Teve o jogo do Flamengo contra a Portuguesa, o nosso jogo contra o Goiás com pênaltis que não deram”, relembra.

Dentre os árbitros, apenas um recebe elogios do companheiro de Alex Mineiro: o gaúcho Leandro Pedro Vuaden, que assinalou menos faltas do que a média na vitória por 3 a 1 do Palmeiras sobre o Fluminense.

“Foi um jogo legal, todos gostaram. Falta é falta e tem que dar, mas tem faltas bobas que são marcadas e isso deixa até os jogadores irritados”, conta.

Apesar das críticas, Kléber descarta repetir Vanderlei Luxemburgo, que mandou carta com sugestões para Sérgio Corrêa, presidente da Associação Nacional de Arbitragem. E nem fará análise sobre quem apitará suas próximas partidas. “Só vejo o árbitro na hora do jogo mesmo”, garante.


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