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Futebol

26/07 - 22:35

Renato culpa desmanche e descarta sair do Flu

O treinador voltou a insistir na necessidade de o clube contratar reforços. Veja vídeo no player ao lado

Gazeta Esportiva

IO DE JANEIRO - O técnico Renato Gaúcho mostrou-se bastante descontente após a derrota para o Cruzeiro em pleno Maracanã neste sábado, que manteve o time na zona do rebaixamento, mas descartou sair do Fluminense. O treinador voltou a insistir na necessidade de reforços e garantiu que tem feito o que é possível neste Brasileirão.

“A diretoria está se mexendo e sei que os reforços vão chegar. Mas o jogador chega e até ficar bem fisicamente precisa de 15, 20 dias. Nós precisamos de jogadores para ontem. Estamos procurando, mas não é nada fácil”, desabafou o comandante tricolor, que já não é mais unanimidade nas Laranjeiras.

“Neste momento é preciso ter tranqüilidade para fazer as coisas certas. Ou entendem a situação que estamos passando, ou será difícil. Agora é continuar trabalhando, torcer por reforços, e tentar tirar o Fluminense desta situação”, afirmou. “No dia em que eu achar que tenho que sair, ou quando acharem que eu sou o culpado, eu saio com a consciência tranqüila”.

Após a traumática derrota para a LDU na final da Libertadores, Renato perdeu Gabriel para o futebol europeu e, mais recentemente, Thiago Neves e Thiago Silva para a seleção olímpica, além dos problemas com lesões e suspensões. Neste sábado, foi a vez de Júnior César e Sandro, ambos com terceiro amarelo, e Luiz Alberto, expulso, virarem desfalques para o jogo com a Portuguesa, fora de casa, na próxima quarta-feira.

Questionado sobre as três novas baixas, Renato Gaúcho voltou a desabafar. “Estou fazendo o possível, contando com minha equipe com 50, 60% da força contra adversários que estão inteiros. Para a próxima partida já temos mais problemas, mas precisamos nos unir e dar seqüência ao trabalho para reagirmos”, cobrou.

'Isto parece uma bola de neve que vira de basquete e vai aumentando cada vez mais. Procuramos sempre buscar o melhor, mas nem sempre é possível. É difícil com o grupo completo, imagina com 50, 60% da força. Se alguém que tivesse aqui no meu lugar fizesse alguma coisa diferente do que eu fiz hoje (sábado), tenho que dar parabéns, quero aprender com ele”, finalizou o técnico.


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