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Futebol

25/07 - 01:31

Mesmo com vitória, defesa do Verdão volta a assustar
”Com três zagueiros, não podemos levar dois gols”, lamentou o goleiro Marcos, ainda no intervalo da partida

Gazeta Esportiva

SÃO PAULO - A ausência de dez jogadores do elenco fez o técnico Vanderlei Luxemburgo mudar o esquema de jogo do Palmeiras: no clássico desta quinta-feira contra o Santos, foram escalados três zagueiros (Maurício, Jéci e Gladstone). Apesar da modificação, o setor defensivo continuou com problemas.

O Palmeiras chegou a abrir 3 a 0 no marcador, mas as falhas atrás proporcionaram uma pequena reação do Santos no primeiro tempo. O placar chegou a ficar em 3 a 2. Somente pouco antes do intervalo, o Verdão matou o rival com o quarto gol.

”Com três zagueiros, não podemos levar dois gols”, lamentou o goleiro Marcos, ainda no intervalo da partida. Após o apito final e a vitória nas mãos, o temperamental capitão alviverde utilizou um discurso mais comedido:

”Na hora em que o Santos fez o segundo gol, deu aquele balde de água fria, ainda bem que fizemos o quarto logo e encontramos tranqüilidade para jogar o segundo tempo. Mas agora não vou reclamar. O Palmeiras estava com muitos problemas hoje”, disse Marcos, lembrando que apenas um titular da defesa pôde ser escalado, o lateral-esquerdo Leandro.

Fã declarado do esquema 4-4-2, Vanderlei Luxemburgo procurou dar mais consistência na defesa justamente devido aos desfalques. Atletas como o próprio zagueiro Maurício, além dos volantes Wendel e Jumar, estavam sem ritmo de jogo e entraram em uma verdadeira fogueira. Do lado contrário, ainda havia um perigoso artilheiro, o experiente Kléber Pereira, autor de um dos gols do Santos.

Na partida desta quinta-feira, Luxemburgo evitou grandes comentários sobre a defesa e valorizou principalmente o desempenho dos jogadores do sistema ofensivo. Na etapa inicial, o Palmeiras encontrou enorme facilidade para superar a retaguarda rival, formada por Fabão, Marcelo e Fabiano Eller.

“O Valdívia, o Diego Souza e o Alex Mineiro fugiram bem da marcação. Não havia uma referência para a defesa do Santos marcar e isso dificultou o trabalho deles”, analisou o técnico alviverde.


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