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Futebol

22/07 - 17:32

Espinosa acena com três atacantes e um volante contra o Flamengo

Na sua estréia pela Portuguesa, treinador pode optar por esquema ofensivo contra o líder

Gazeta Esportiva

SÃO PAULO - O zagueiro Ediglê pode não ser a única novidade da Portuguesa na estréia de Valdir Espinosa, contra o líder Flamengo nesta quarta-feira. Em seus primeiros treinos na equipe, o técnico, que iniciou seus trabalhos na segunda-feira, acena com um time mais ofensivo: Washington pode entrar na vaga do volante Erick e formar trio de atacantes com Diogo e Jonas.

Caso opte pelo tridente ofensivo, o comandante deixaria a pior defesa do Campeonato Brasileiro, com 26 gols sofridos, teoricamente desguarnecida (Gavilán seria o único volante de origem) diante do líder e dono do melhor ataque da competição - os flamenguistas já balançaram as redes 25 vezes em 13 jogos. Para evitar a situação, Washington já promete esforços na parte defensiva.

“No papel, seremos um time ofensivo, mas, no campo, os atacantes terão a responsabilidade de ajudar na marcação. Vamos com o objetivo de fazer um bom jogo e conquistar a vitória”, garantiu o centroavante, sacado pelo antecessor Vágner Benazzi nos três últimos jogos da Lusa.

E a estratégia de Espinosa é corroborada também por Jonas, que estreou na última quarta-feira fazendo o gol da vitória sobre o Náutico nos acréscimos. “Fizemos um treinamento de posicionamento muito bom. Ele gosta de conversar com os atletas e isso nos passa confiança”, comentou o ex-santista, com planos ambiciosos no Canindé.

“Não estou aqui para ser apenas mais um e ver a Portuguesa lutando contra o rebaixamento. Estou aqui para ajudar e, junto com os meus companheiros, colocar a Lusa nas primeiras colocações”, prometeu Jonas.

Apesar do ânimo demonstrado pelos atacantes, Espinosa ainda não confirmou a equipe. O técnico, entretanto, fará pelo menos quatro mudanças em relação ao time goleado pelo Ipatinga por 4 a 1 no último sábado.

Além de Ediglê na vaga de Halisson, Preto, que cumpriu suspensão em Minas Gerais, volta no posto de Carlos Alberto. Recuperados fisicamente, Edno e Patrício também retornam, nos lugares de Sidnei e Wilton Goiano, respectivamente.

Técnico idolatrado – Apesar da possibilidade de ter seu trabalho na marcação ampliado no Canindé, Gavilán não escondeu sua admiração por Valdir Espinosa. O paraguaio, que atuou nas Copas do Mundo de 2002 e 2006, se diz “honrado” por trabalhar com o técnico que tirou seu Cerro Porteño de um jejum de dez anos sem título em 1987.

“Eu torcia para o Cerro Porteño quando era criança e tinha sete anos quando vi, com o Espinosa, o meu time ser campeão paraguaio. É um privilégio para mim poder trabalhar com ele”, revelou o volante.


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