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Futebol

16/07 - 18:47

Mano observa ex-lesionados e juniores em jogo-treino

Técnico aproveitou para observar, entre outros, os meio-campistas Fabinho, Marcelo Oliveira e Dinélson

Gazeta Esportiva

SÃO PAULO - O elenco do Corinthians se dividiu na tarde desta quarta-feira. Enquanto os titulares fizeram musculação no Parque São Jorge, o técnico Mano Menezes assistiu a jogo-treino entre os reservas, reforçados por atletas recuperados recentemente de lesões, e os juniores no Parque Ecológico do Tietê.

Mano aproveitou para observar, entre outros, os meio-campistas Fabinho, Marcelo Oliveira e Dinélson. O único a retornar imediatamente será o primeiro, enfim curado de conjuntivite. “Pretendo utilizá-lo contra o Bahia. Ele treinou mais forte e foi bem. Só não participou de todo o jogo-treino porque preferi preservá-lo”, comentou o treinador.

Marcelo Oliveira é o favorito a, no futuro, herdar a função de segundo volante entre os titulares, posição mais carente do Corinthians. Mano improvisa o meia Eduardo Ramos no setor por falta de opções. “Mas, assim como o Dinelson, ele ainda precisa participar de trabalhos mais fortes”, analisou.

De acordo com o técnico, os dois jogadores, após sofrerem cirurgias, precisam ser mais calejados pelos companheiros para perder o receio diante de jogadas mais bruscas. “A grosso modo, é isso. Mas o treinador não pode incentivar ninguém a bater”, disse. Marcelo Oliveira jogou 20 minutos contra os juniores e Dinelson, 70.

Mano também aprovou quem estava do outro lado do campo. “É obrigação do técnico estar atento a todos os detalhes para encontrar alternativas quando houver necessidade. Já nos socorremos com a base nesta temporada, até de forma emergencial. E os juniores dão outro ritmo ao treino, porque vêem como oportunidade única enfrentar os profissionais”, afirmou.

Apesar de satisfeito, o técnico do Corinthians evitou citar os nomes dos jogadores que lhe chamaram atenção. “Isso só atrapalha o jogador e o clube, além de aumentar o preço de uma negociação. Prefiro deixar as coisas transcorrerem seu curso normal”, argumentou Mano Menezes. “Mas temos bons valores. Se não fosse assim, o trabalho estaria todo errado. Não é o caso”, concluiu.


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