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13/07 - 19:21

Eufórico com vice-liderança, Adilson não credita vitória à sorte

"Sorte é 10%, 5%. Venceu a equipe que buscou mais desde o início para fazer o gol", disse o treinador

Gazeta Esportiva

BELO HORIZONTE - O clássico terminava com um empate insatisfatório para o Cruzeiro e com Adílson Batista novamente bastante criticado pela torcida. Ramires, porém, fez o gol da vitória que resultou em intensa comemoração do técnico, que chegou a invadir o campo.

Triunfo sobre o Atlético por sorte, certo? Não para o comandante celeste.

“Sorte é 10%, 5%. Venceu a equipe que buscou mais desde o início para fazer o gol, que tomou a iniciativa e criou oportunidades. Venceu a equipe em melhores condições. O Atlético vinha jogando bem, mas o Cruzeiro mereceu o resultado”, cravou o ex-zagueiro. “Não tem sorte. Quatro jogos sem derrota contra eles e estar em segundo lugar é sorte?”, questionou.

Confiante em sua qualidade para dirigir a Raposa, o comandante viu no gol de Ramires apenas méritos do jogador, que não vinha bem nas últimas rodadas. “É dedicação, espaço que ele cria, a dinâmica que dá ao jogo. Tem que prestar atenção não só no jogador com a bola, mas sem também. E eu olho aspecto tático, o que o adversário vai fazer. Cabe a mim decidir o que é importante”, gabou-se.

Diante de tanta convicção, Adílson Batista garante que sua exaltada comemoração não foi uma resposta à torcida que o chamou de burro. “Foi uma vibração pela segunda colocação, o nosso objetivo é encostar lá na frente. É importante vencer”, comentou, satisfeito com as conseqüências do resultado deste domingo na tabela.

“O objetivo é sempre vencer. O importante é que Cruzeiro hoje está na segunda colocação, venceu e subiu na tabela, fica perto do Flamengo. Os atletas estão de parabéns pela dedicação. Fico contente pelo resultado alcançado”, finalizou.


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