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10/07 - 20:09

Para Fábio Luciano, orgia não tumultuará o ambiente

Zagueiro e capitão da equipe, o jogador diz que é necessário esperar a versão dos envolvidos e acredita que conversa resolverá a polêmica

Gazeta Esportiva

RIO DE JANEIRO - A confusão protagonizada pelos jogadores Bruno, Marcinho e Diego Tardelli em uma festa no sítio do goleiro após o empate do Flamengo com o Atlético-MG em 1 a 1 na noite desta quarta-feira ainda continua causando polêmica na Gávea. Para o capitão Fábio Luciano, no entanto, o bom ambiente do líder da competição não pode ser abalado pelo episódio.

“Vamos conversar, mas o ambiente tem que continuar bom. Os jogadores tiveram a liberação do professor, alguns foram ver a família e outros não, mas isso não pode atrapalhar o nosso trabalho. Temos que continuar trabalhando”, disse o jogador, à Rádio Globo.

A questão, por sinal, continua mal explicada, já que Bruno e Marcinho permaneceram em Belo Horizonte e não se manifestaram sobre o assunto. Ambos só devem se reapresentar nesta sexta-feira. De acordo com as denúncias feitas, o atacante, autor do primeiro gol do jogo, teria agredido uma das prostitutas contratadas por conta da recusa em fazer sexo sem preservativo.

De acordo com o que explicou uma das envolvidas à Rádio Globo, as garotas de programa foram contratadas uma semana antes da partida, quando foram 'encomendadas' oito meninas para ir ao sítio do goleiro do alvinegro, em Belo Horizonte, para uma festa após a partida. Em determinado momento da noite, com a ausência de preservativos, Marcinho teria se descontrolado.

“Ele disse que queria ficar com ela, mas ela disse que não tinha camisinha. Então ele começou a xingar ela de ‘piranha’, ‘vagabunda’ e aí tentou forçar”, contou a envolvida, antes de revelar que, no meio do tumulto, o goleiro reserva Paulo Vítor teria levado um soco no rosto.

Após o fim da festa, as prostitutas foram à delegacia e fizeram boletim de ocorrência contra o jogador. Diante da enorme repercussão que adquiriu o problema, o capitão Fábio Luciano espera que a polêmica sirva como lição aos envolvidos e que tenha seu desfecho da melhor maneira possível.

“É mais uma situação diferente, mas temos que ficar unidos. São coisas que têm que acontecer para a gente aprender e que sirva de lição para todos. Vamos escutar primeiro da boca deles e depois isso vai ser resolvido da melhor maneira possível. A gente está do lado deles”, completou o zagueiro.


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