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Futebol

10/07 - 09:18

Denis lamenta por Alessandro, mas quer a vaga do companheiro

Lateral ex-gremista se recupera de uma contratura na coxa e abre espaço para Denis no Corinthians

Gazeta Esportiva

SÃO PAULO - O Parque São Jorge tem abrigado uma briga pela lateral-direita que antes tinha sede na Vila Belmiro. Contratados neste ano, Alessandro e Denis disputam a vaga no time de Mano Menezes.

Credenciado por sua passagem no Grêmio sob o comando do técnico, o primeiro saiu na frente, mas perdeu espaço com uma nova contratura muscular na coxa direita. Chance para Denis, que não pretende dar brechas para que o colega retome o posto.

Nos primeiros minutos com a camisa do Corinthians, o lateral revelado pelo Ipatinga já mostrou serviço. Em campo diante do Marília desde os cinco minutos de jogo, quando Alessandro deixou a partida, Denis foi coroado com um belo gol em tabela com Lulinha que selou a goleada por 5 a 0. Uma noite perfeita particularmente para o jogador, mas ruim no lado coletivo.

“Ficamos tristes com a possível perda do Alessandro por alguns jogos. Não queria ter estreado assim, queria entrar em uma substituição normal. Mas aconteceu e aproveitei a oportunidade”, comentou Denis, confirmado como titular diante do Santo André neste sábado. Condição que, agora, não quer largar mais.

“Cheguei com muita humildade ao grupo, que me recebeu até muito bem. Faço planos de ser titular da equipe. Sei que tem atletas na posição que tenho que respeitar, mas, com todo respeito, venho brigar para ser titular”, sentenciou, garantindo que, ao contrário de seu concorrente direto, não tem problemas físicos. “Suportar 90 minutos eu consigo, mas sei que tenho muito a melhorar não só na parte física, mas na parte tática também”, completa.

E a evolução do camisa 35 é esperada por todos no duelo no ABC paulista. Jogando desde o início e preparado psicologicamente para a missão de forma antecipada, Denis crê que pode ser aprovado em breve pela Fiel. “Por ser uma estréia no Corinthians, estava nervoso, ansioso contra o Marília, mas o tempo foi passando, fui assimilando o que o técnico me pedia, o que o grupo precisava, e tudo bem”, tranqüilizou, lembrando que a situação do time também ajuda.

“Quando você estréia em um momento bom, você tem uma tranqüilidade a mais. Se você estréia em uma situação ruim, você se sente na necessidade de ajudar e resolver o problema da equipe. Tem essa diferença”, relatou, orgulhoso por ver sua nova equipe na liderança da Série B com seis pontos de distância sobre o segundo colocado Barueri – o Santos, seu ex-clube, passa por apuros na zona de rebaixamento na primeira divisão.


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