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09/07 - 15:31

Dentinho quer autógrafo, mas espera entristecer ídolo Marcelinho
Mano Menezes exige de seus comandados a manutenção da excelente campanha traçada até o momento na Série B

Gazeta Esportiva

SÃO PAULO - O duelo contra o Santo André e o reencontro com Marcelinho Carioca neste sábado não será especial somente para a torcida corintiana, que deve ser maioria no Bruno José Daniel. Dentro de campo, um antigo freqüentador das arquibancadas levará para as quatro linhas sua idolatria pelo Pé de Anjo.

Um dos nomes mais cantados atualmente pela Fiel, Dentinho não esconde de ninguém a admiração que tem pelo eterno camisa 7 alvinegro, que viveu seu auge no clube entre 1994 e 2000, quando o atacante do time de Mano Menezes tinha entre cinco e 11 anos.

“Fui fã do Marcelinho, fazia a mesma comemoração que ele quando marcava gol”, recorda o camisa 31, ainda guardando na memória o gol assinalado pelo meia na conquista do título paulista de 1995. “Lembro muito de um gol de falta do Marcelinho, contra o Palmeiras, que eu comemorei muito”.

Apesar de hoje estar nas graças dos corintianos assim como Marcelinho, Dentinho não teve muita oportunidade de conversar com o antigo astro. Na única oportunidade em que encontrou o atual jogador do Santo André, porém, não perdeu a chance de agradar colegas alvinegros. E a si mesmo.

“Tive pouco contato com ele. A única vez foi quando ele estava trabalhando na televisão e foi para Atibaia conversar com o grupo. Até pedi um autógrafo para dar para os meus amigos. Mas pego para mim também, não tem problema. Sempre fui fã dele”, frisa.

A “tietagem”, no entanto, terá que ser esquecida no final de semana. Mano Menezes exige de seus comandados a manutenção da excelente campanha traçada até o momento na Série B, com aproximadamente 87% de aproveitamento. Ordem acatada antecipadamente por Dentinho.

“Respeitamos ele. Tinha ele como ídolo e agora enfrentar o Marcelinho vai ser muito especial. Mas agora ele é adversário e temos que defender o nosso pão. Ele defende o dele e eu o meu”, discursa o atacante, ansioso por entristecer o jogador que tanto lhe alegrou na infância. “Espero fazer gol e deixar ele um pouco triste”, finalizou.


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