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Futebol

03/07 - 22:20

Diego Souza volta à posição de sucesso para retomar futebol
Diego Souza desembarcou no Palmeiras em dezembro como a contratação mais cara do futebol brasileiro na temporada, com R$ 10 milhões investidos para deixar o Benfica em definitivo

Gazeta Esportiva

Seu rendimento em campo, contudo, tem deixado a desejar até mesmo na opinião de Wanderley Luxemburgo. Mas a situação pode mudar no domingo.

Sem contar com Kléber e Valdívia, sem suspensos, o técnico optou por escalar Léo Lima no meio-campo e dar mais mobilidade a seu camisa 7 para enfrentar o Atlético Mineiro.

Com a nova postura, o meia atuará mais próximo dos atacantes, sem tanta responsabilidade de marcar, e a esperança é de que tenha mais facilidade para repetir o futebol que o tornou destaque do Grêmio em 2007.

“A gente faz um ajuste no time e quem volta mais para marcar é o Diego, então ele que acaba sacrificado. No domingo vou posicionar ele mais na frente. Não que ele vai ser o melhor do jogo, mas a tendência é melhorar, porque vai jogar como jogava no Grêmio. Tende a render mais”, aposta Luxa.

Mais do que o posicionamento tático, o comandante prevê melhoras individuais de Diego no futuro. “Nós temos trabalhado o Diego, com velocidade, mudança de direcionamento, finalização. Ele tem que voltar a fazer isso, é bom no cabeceio, no chute. Fez no Grêmio um gol que eliminou a gente da Libertadores ano passado”, diz, lembrando-se do gol que marcou nas semifinais em que o Santos de Luxemburgo caiu.

Ainda falando sobre o time, o treinador tem boas expectativas do rendimento de seu meio-campo em geral. “Já joguei dessa forma, com três jogadores soltos na frente. E com Pierre, Martinez e Léo Lima no meio-campo fomos bem. Eles não trabalham só como volantes. O Martinez e o Léo saem muito para o jogo e são opções ofensivas. A mentalidade não muda”, garante.

Alex, o artilheiro nato – Se Diego Souza ainda tem que provar a que veio, Alex Mineiro está nas graças de Luxemburgo. Artilheiro do Campeonato Brasileiro com seis gols, o camisa 9 é exaltado pelo comandante por sua capacidade de chegar às redes – já fez isso 24 vezes em 35 jogos nesta temporada.

“O Alex é matador. Ele troca passes, mas quando aparece a chance ele chuta mesmo. Não é um futebol muito bonito de se ver jogar, mas ele define. Tem um ótimo posicionamento, tempo de bola. O Kléber e ele estão começando a encaixar seu jogo”, analisa.

O técnico, porém, mantém a sua visão de que no futebol atual é difícil ver um centroavante como antigamente. “O Alex não é centroavante, é atacante. Centroavante é Dario, Jardel, Aloísio, que se enfiam na área e esperam para escorar. Ronaldo e Romário, por exemplo, são atacantes”, compara.

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