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Futebol

02/07 - 13:49

Ex-tricolores reforçam torcida do Flu ao redor do mundo
O Fluminense não contará apenas com o apoio dos 80 mil torcedores no Maracanã e dos outros milhões espalhados pelo Brasil para obter a virada sobre a LDU na noite desta quarta-feira e ficar com o título inédito da Copa Libertadores da América

Gazeta Esportiva

Ao redor do mundo, ex-jogadores e técnicos do Tricolor reforçam a torcida do time à distância.

A começar pelo técnico Oswaldo de Oliveira, que comandou o Kashima Antlers no empate por 0 a 0 com o Shimizu S-Pulse, pelas quartas-de-final da Copa Nabisco, do Japão, nesta quarta-feira, mas vai acompanhar o Flu ao lado de preparador-físico Ricardo Henriques e o preparador de goleiros Luís Alberto, que também já trabalharam nas Laranjeiras.

“Eu, Luís Alberto e Rodrigo Henriques vamos nos reunir para acompanhar a partida do Japão e acreditamos no Flu. Sei que não será uma tarefa fácil, mas confio que o time conseguirá o resultado que precisa. Também estamos na luta para chegar ao Mundial Interclubes e seria fantástico enfrentar o Fluminense aqui no Japão no fim do ano”, afirmou o treinador por meio de sua assessoria de imprensa.

“Tenho muito carinho pelo clube pelas duas passagens que tive pelo Fluminense. Nunca vou esquecer a homenagem que a torcida me fez ao cantar em peso no Maracanã o 'Parabéns a você', no meu aniversário em 2001. Foi uma das maiores emoções da minha vida. Estou na torcida pelo Fluminense e queria desejar muita sorte a todos do clube nesse momento tão importante”, completou Oswaldo, que assistirá a final já na manhã de quinta, pelo horário japonês.

Assim como o treinador, o zagueiro Rodolfo, lançado pelo Flu e atualmente no Lokomotiv Moscou, também terá problemas com o fuso e acompanhará de madrugada a decisão da Libertadores. “Estou na corrente de esperança e tenho certeza que o Flu será campeão”, afirmou o jogador, que sofreu nas vitórias sobre Boca Juniors e São Paulo no Maracanã, já que estava em férias no Brasil.

Já o lateral-esquerdo Marcelo, do Real Madrid e da seleção brasileira, levou melhor sorte que Rodolfo e está no Brasil fazendo tratamento para se recuperar de contusão. Assim, acompanhará a final bem de perto. “Será uma emoção enorme reencontrar a torcida no Maracanã lotado. Sei que vou sofrer bastante torcendo, mas também tenho certeza de que vou comemorar a conquista do título”, apostou.

Do Japão, onde está defendendo o Verdy Tokyo, o atacante Leandro também está confiante. ''Minha identificação com o Fluminense foi imediata. A torcida viu que sempre me dediquei muito nos jogos e me apelidou de Guerreiro'', lembrou. ''Acho que o Fluminense tem time para ser campeão, fez a melhor campanha da competição e terá uma força muito grande que vem das arquibancadas”.

Campeão brasileiro com o Flu em 1984, o hoje treinador Rene Weber lamenta ter fracassado na primeira participação do Tricolor na Libertadores e torce para que a história seja totalmente diferente nesta quarta-feira, mais de 20 depois. “Vejo o Fluminense com boas chances de ser campeão, por tudo que envolve o jogo. O grupo está mordido pela derrota em Quito e demonstrou muita confiança, mesmo tendo que correr atrás para tirar a vantagem do adversário”, opinou.


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