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01/07 - 12:39

Lippi quer levar Itália de volta ao caminho dos títulos
O técnico Marcello Lippi, que voltou à seleção da Itália após a conquista da Copa do Mundo de 2006, disse em sua entrevista coletiva de reapresentação que quer levar a equipe de volta ao caminho dos títulos.

EFE

ROMA (Itália) - "Estou feliz se continuar de onde tinha parado. Minha volta significa que as coisas para nossa seleção não foram muito bem na Eurocopa, ou ainda estaria na praia de Viareggio (noroeste da Itália)", disse o treinador.

Lippi chega para o lugar do ex-jogador Roberto Donadoni, que não teve seu contrato renovado pela fraca campanha da Itália na Eurocopa, perdendo para a Espanha nas quartas-de-final, nos pênaltis.

O treinador confessou que não deveria ter deixado a seleção há dois anos por ter formado um grupo bastante unido, mas explicou que a decisão já estava tomada desde antes do fim da Copa do Mundo de 2006, na Alemanha.

Ao avaliar o trabalho de Donadoni, ele se limitou a dizer que seu antecessor levou à seleção muitos jogadores que poderão representar o futuro do futebol italiano.

A primeira medida de Lippi como técnico foi avisar que não contará com o atacante Francesco Totti, estrela e capitão da Roma, e o zagueiro Alessandro Nesta, do Milan. Presentes na conquista do Mundial, eles já manifestaram desejo de não voltar a fazer parte da seleção.

"É preciso respeitar as decisões das pessoas", disse Lippi, explicando que ele mesmo passou por uma situação parecida.

O treinador revelou ter recebido propostas de clubes e até de outras seleções, mas recusou por não achar certo que um técnico que conquista a Copa por seu país treine outro.

Além disso, ele reconheceu que, a partir de um determinado momento, rejeitou as ofertas porque se sentia "em dívida com a Federação Italiana" e quis esperar retomar o cargo se tivesse oportunidade.

Sobre os jogadores da Itália, Lippi disse que é preciso aproveitar o grupo campeão da Copa e usar essa experiência buscando novos atletas para integrá-los.

Lippi deixou claro que o trabalho de dois anos de Donadoni não deve ser desperdiçado - porém, com uma observação: "Não significa que todos os jogadores convocados por ele voltarão".

Ele disse ainda que "muitos" dos jogadores de Donadoni "ainda têm que fazer coisas muito importantes" no futebol italiano.

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