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Futebol

27/06 - 11:49

Muricy fica no São Paulo, mas pede tranqüilidade para trabalhar
O presidente Juvenal Juvêncio já avisou que o técnico Muricy Ramalho não deixará o São Paulo antes do fim do contrato, em dezembro de 2009. Nesta sexta-feira, foi a vez de o próprio treinador confirmar que seguirá no Tricolor

Gazeta Esportiva

No entanto, para recusar proposta milionária do futebol do Catar, o comandante admitiu que pediu tranqüilidade ao presidente para seguir o trabalho no Morumbi.

“Todos os técnicos têm multa, mas eu não tenho. Em um casal, só um tem de ser fiel? Existem os dois lados. Se eu cumpro meu contrato, posso querer um pouquinho mais de tranqüilidade também. Não peço aumento, sigo o que está escrito. Só cumpro o contrato, nada a mais que isso”, afirmou o comandante, que já sofreu críticas internas de pessoas próximas ao presidente depois da eliminação na Copa Libertadores.

O treinador explicou que, mesmo tendo ofertas oficiais, não faz leilão com o presidente Juvenal Juvêncio. “Não tenho consultas, só propostas mesmo. Quem cuida da minha carreira só trabalha com papel, não com conversa mole. Mas nunca peço aumento”.

Muricy ainda tentou se esquivar das perguntas sobre propostas para falar da partida do Tricolor contra o Cruzeiro, domingo, no Mineirão. “Tenho propostas toda hora, mas teremos um jogo importante no domingo e quero pensar nisso. Há pessoas que cuidam da minha carreira, e tenho de me preocupar com o que farei no domingo”.

Com vários jogadores do Tricolor assediados pelo futebol europeu, Muricy reconhece que dificilmente um atleta seguiria seu exemplo para recusar uma proposta milionária do exterior.

“Sinceramente, acho difícil de recusar. Mas não é uma crítica, futebol é momento e passa rápido. Vida de jogador é rápida”, concluiu.

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