iG - Internet Group

iBest

brTurbo

 

Futebol

27/06 - 16:29

Mano enfrenta trauma e revê final da Copa do Brasil
Mais de duas semanas após o Corinthians perder o título da Copa do Brasil para o Sport, em 11 de junho, o técnico Mano Menezes enfrentou a decepção e reviu a partida pela televisão na quinta-feira. A finalidade era evitar que sua equipe repetisse erros daquela noite futuramente.

Gazeta Esportiva

Mano, no entanto, ainda não sabe relacionar pontualmente as falhas do Corinthians na final. “O Sport foi agressivo, mas não estava conseguindo ser. Foram dois gols em menos de cinco minutos, que fizeram com que tudo que pensamos estivesse errado e o que realizou quem ganhou, certo. Decisões têm esse tipo de análise”, simplificou.

O técnico do Corinthians aproveitou para negar que tenha armado sua equipe muito fechada na Ilha do Retiro. “Vê como é o futebol: o resultado é fundamental para a análise. A nossa formação foi a mesma que jogou no Morumbi. Ninguém fica atrás porque gosta”, disse Mano, irritado.

“Em 35 minutos, a única bola que entrou foi a do gol. Revi o jogo e todos diziam que estávamos jogando bem até então. As pessoas esquecem que o adversário tem confiança quando joga dentro de casa. Não foi só contra o Corinthians que eles pressionaram. Ainda fizemos melhor que os outros que também perderam”, comparou.

Mano não é o único com quem a derrota ainda mexe. O lateral-esquerdo André Santos, por exemplo, ainda está com a expressão abatida. “A minha tristeza é nítida, até porque perdi duas Copas do Brasil seguidas”, lembrou o jogador, vice-campeão com o Figueirense no ano passado. “É difícil esquecer o que aconteceu. Sempre vem o abatimento. Depois, que chegamos à final sem ninguém acreditar, é triste perder. Lamentável”, completou.

Antes do treinamento desta sexta-feira, Mano Menezes assistiu a gravação de outro tropeço do Corinthians, desta vez o empate por 1 a 1 com o Bragantino, pela Série B do Campeonato Brasileiro. “Vi para analisar questões individuais de posicionamento, saber em que circunstâncias as coisas aconteceram. Mas, agora, era mais fácil. O trauma atrapalha”, afirmou o técnico, com um sorriso amarelo.

Leia mais sobre:

> Você tem mais informações? Envie para Minha Notícia, o site de jornalismo colaborativo do iG


Topo