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Futebol

26/06 - 17:56

Tricolor comemora: não é “refém” de Adriano
No mesmo dia em que ouviram os diretores do clube anunciar a contratação do ex-botafoguense André Lima para reforçar o setor ofensivo da equipe, os jogadores do São Paulo chegaram a uma constatação que deixou todos aliviados: o time não é refém de Adriano.

Gazeta Esportiva

Apesar de reconhecerem a importância da passagem do “Imperador” pelo Morumbi durante o primeiro semestre, período no qual viram o jogador da Inter de Milão marcar 17 gols em 28 jogos (média de 0,60 por jogo) com a camisa dez, os ex-companheiros preferiram celebrar a eficiência mostrada pelo time sem o ex-colega.

Nas três últimas partidas do Brasileirão, o Tricolor marcou dez gols (cinco contra o Atlético-MG, quatro contra o Flamengo e um contra o Sport), mesmo sem ter um artilheiro nato despontando na competição (Hugo e Borges têm três gols cada). Para os jogadores, esse é um motivo para celebrar.

“O Adriano faz falta a qualquer equipe, mesmo com esse número de gols que marcamos, mas os jogadores que estão aqui também têm qualidade e estão mostrando isso”, opinou o meia Hugo, que assegurou não ter ambição de substituir Adriano como goleador do time.

“Não penso nisso, e sim em ser campeão novamente pelo São Paulo. Deixa esse assunto dos gols para o Dagoberto, o Borges e o Aloísio. Vou torcer muito por eles”, emendou o camisa 18 são-paulino, elogiando três dos principais postulantes à vaga de artilheiro do time.

Jorge Wagner também foi abordado pelo assunto e engrossou o coro puxado por Hugo. Apesar de reconhecer a importância de Adriano, preferiu exaltar a qualidade do elenco atual que Muricy tem em mãos.

“A bola parada com o Adriano dentro da área era um ponto forte do nosso time, mas já sabíamos que iríamos perdê-lo no meio do ano”, ressaltou, para, na seqüência, fazer um adendo importante:

“No ano passado, fui um dos principais assistentes do time com passes para o Borges e o Aloísio. Se eles gostam que a bola chegue por baixo, tenho que me adaptar”, completou o jogador, de volta à ala esquerda do time na partida contra o Cruzeiro.

Na opinião de Jorge Wagner, a série de mudanças promovida por Muricy Ramalho para o confronto contra um dos líderes do Brasileirão prova um ponto fundamental: a força do elenco do atual campeão nacional.

“Temos um elenco muito forte, com jogadores entrando e saindo e deixando a equipe sempre com o mesmo nível. Um time campeão se faz dessa forma, e não apenas com 11 titulares”, concluiu o polivalente camisa sete.


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