iG - Internet Group

iBest

brTurbo

 

Futebol

25/06 - 09:27

Em ano sem lesões, Granja garante ter provado que sabe marcar
Elder Granja certamente vive em 2008 um ano completamente diferente dos últimos em sua carreira. O lateral-direito desembarcou no Palmeiras em janeiro, após uma temporada em que as lesões o tiraram de boa parte dos jogos do Internacional

Gazeta Esportiva

No novo clube, o camisa 2 participou de 33 das 34 partidas realizadas pelo Verdão. Para completar, na única vez em que não atuou, não foi desfalque por lesão, mas por suspensão.

“Fico feliz. Jogador tem que estar jogando, e fazer aquilo que gosta é o ideal. No DM (departamento médico) eu fico mal para caramba”, revela, sempre repetindo que o título paulista valeu mais do que o Mundial levantado com o Colorado em 2006.

“2008 está sendo maravilhoso. Cheguei no Palmeiras e fui campeão paulista, que foi mais importante que o mundial, porque lá eu não estava totalmente recuperado. No Paulista, eu fiquei fora só de uma partida. Foi mais importante por isso, pela minha seqüência de jogos”, frisa.

Se já provou estar recuperado das contusões que o afligiram no passado, Elder também comemora outra resposta aos críticos. Com a origem como meia, o jogador sempre sofreu por ouvir que sua qualidade se limitava à chegada ao ataque e aos cruzamentos, mas que a defesa ficava desguarnecida com sua escalação. Opinião que garante ter destruído no Palestra Itália.

“Quando cheguei, muita gente ficou com o pé atrás, acharam que eu só sabia atacar, mas eu falei que sabia jogar no 4-4-2 e no 3-5-2. Joguei um Campeonato Brasileiro todo no 4-4-2, uma posição em que você fica mais como lateral, não como ala como é no 3-5-2. Tive essa facilidade de aprender a jogar nas duas funções e aprender a marcar”, avaliou-se.

Mesmo com a defesa pessoal por seu desempenho na linha de quatro jogadores na parte de trás do time, o destaque do lateral continua sendo nas bolas aéreas, levantadas principalmente com destino a Alex Mineiro.

“Isso é treinamento. O Wanderley cobra bastante nos treinos de finalização e fica aquilo dentro da sua cabeça. Se você tem oportunidade chegar no fundo, o que é difícil hoje, e tem liberdade de dominar e olhar, tem que fazer o cruzamento correto para sair o gol”, ensina.

E, diante dos elogios que tem recebido, Granja sonha alto: quer ser o camisa 2 de Dunga. “Quando você trabalha com honestidade e respeito ao companheiro, se dedicando em campo, a tendência é seleção, e meu pensamento e objetivo é chegar à seleção”, conclui.

Leia mais sobre:

> Você tem mais informações? Envie para Minha Notícia, o site de jornalismo colaborativo do iG


Topo