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Futebol

24/06 - 14:37

Kléber nega proposta já definida para ficar com Ibson
Para não perder uma de suas principais peças para a seqüência do Campeonato Brasileiro, o Flamengo se mobiliza para tentar contratar o meia Ibson em definitivo. Na próxima semana, o vice-presidente de futebol, Kléber Leite, se reunirá com os dirigentes do Porto.

Gazeta Esportiva

Antes disso, nesta terça-feira pela manhã, o cartola rubro-negro negou que já tenha definido uma estratégia de oferecer parte dos direitos federativos do lateral-direito Leonardo Moura ou do lateral-esquerdo Juan para o Porto, como foi noticiado pela imprensa do Rio de Janeiro nesta terça-feira.

“Não há estratégia nenhuma. O que vamos fazer é ouvir primeiro e, depois sim, estabelecer uma estratégia. Vamos ouvir o anseio deles para ver se encaixa. Não temos bola de cristal para saber o que eles querem”, comentou Kléber Leite.

Ibson está emprestado pelo Porto até o dia 30 deste mês, e o clube português pede quatro milhões de euros (pouco menos de R$ 10 milhões) para negociá-lo em definitivo com o Flamengo. Como o Rubro-negro não dispõe de toda essa quantia, a idéia é tentar amortizar o valor com alguma contraproposta.

“O mais importante nesta história toda é que o Ibson já falou que deseja permanecer no Flamengo, que aqui no Brasil ele só joga no Flamengo”, ressaltou o vice-presidente rubro-negro.

Para esta e outras dependências financeiras, o Flamengo também busca novas fontes de renda. Nas últimas semanas, o clube tem vendido alguns jogadores das categorias de base. Após a saída do atacante Pedro Beda e do lateral-direito Michel, o Fla também negociou o zagueiro Anderson Bamba, que deverá jogar no futebol português na próxima temporada. Kléber Leite defendeu a nova política adotada na Gávea.

“Negociamos o Pedro Beda e conseguimos 450 mil euros (ou R$ 1,125 milhão), que serviram para pagar duas parcelas do passe do Bruno. Negociamos dois outros jogadores, o Michel e o zagueiro Bamba, e recebemos 900 mil euros (R$ 2,25 milhões), resolvendo problemas internos do clube”, contou o dirigente. “Isso é normal e não há como não fazer isso dentro da nova estrutura do futebol.”

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