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Futebol

22/06 - 21:38

Para Luxa, bancos em São Januário impedem cumprimento da regra
O Palmeiras venceu a primeira fora de casa, mas Wanderley Luxemburgo não foi somente sorrisos nos 2 a 0 aplicados por seu time no Vasco. O técnico passou boa parte do jogo discutindo com o quarto árbitro, João Batista de Arruda, por seu posicionamento no banco de reservas de São Januário

Gazeta Esportiva

No estádio vascaíno, os bancos de reservas são localizados atrás de um gol, e Luxa ficava no limite de sua área técnica para passar informações a seus jogadores. E não aceitava ser repreendido para que falasse com seus comandados e imediatamente retornasse ao seu posto ao lado do restante da comissão técnica.

No intervalo, o comandante foi falar com o árbitro Carlos Eugenio Simon sobre a situação e ouviu que deveria cumprir a regra.

“Grandes treinadores já trabalharam aqui sem problemas. Você é um grande treinador, experiente, então não vamos criar nada e cumpra a regra”, determinou o gaúcho, que ouviu elogios do palmeirense. “Você também é um grande árbitro”.

No caminho de volta para o banco, Luxemburgo não escondeu a indignação. “É impossível trabalhar em São Januário, com o banco atrás do gol. Tem que ter bom senso. Aqui no Brasil é impossível colocar essa regra em prática”, criticou o técnico, que sempre diz que “no Real Madrid, eu assistia o jogo sentando sem problemas, mas no Brasil fica um monte de gente na frente, por isso tenho que levantar”.

A revolta de Wanderley Luxemburgo com a determinação e o posicionamento dos bancos na arena do Vasco foi questionado ao treinador nesta semana na Academia. Na ocasião, a pergunta se “teria problemas” foi respondida com bom humor. “Espero que não, mas pode ser que sim”, sorriu.

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