iG - Internet Group

iBest

brTurbo

 

Futebol

21/06 - 18:36

Torcida do Flu esgota ingresso para decisão e causa confusão
Em pouco menos de três horas de venda se esgotaram os 69 mil ingressos colocados à disposição dos torcedores do Fluminense para a partida decisiva da Copa Libertadores contra a LDU, do Equador, que acontecerá no dia 2 de julho, no Maracanã. Nesta quarta-feira acontece o choque de ida, em Quito.

Gazeta Esportiva

A manhã de sábado proporcionou cenas de extrema violência nas Laranjeiras, onde o trânsito chegou a ser paralisado, e no Maracanã. Quando foi anunciado o fim dos ingressos, um tumulto generalizado tomou conta dos postos e a Polícia Militar chegou a usar gás de pimenta para conter os ânimos. A diretoria do Fluminense se posicionou sobre o episódio.

“Infelizmente o Maracanã não tem mais o espaço do passado. Hoje, a capacidade é de 85 mil torcedores e você só pode vender 69 mil. O restante é para cadeiras cativas (6 mil), idosos, menores de 12 anos e deficientes físicos (8 mil), além de 1900 para os camarotes. Vi quase 80 mil torcedores nas filas e não tinha ingresso para todo mundo. A diretoria está analisando as alternativas para atender a todos, como telão em alguns lugares”, explicou o superintendente geral Carlos Henrique Corrêa.

Sobre a venda ter começado no sábado, diferentemente de outras situações, a diretoria privilegiou quem nunca consegue comprar durante a semana. “O torcedor que não tinha como comprar o ingresso durante a semana saía prejudicado. Por isso, resolvemos privilegiar este torcedor que não pode entrar em fila em outro dia”, ressaltou Corrêa.

A venda foi limitada a dois ingressos por pessoa. Além disso, por obrigações contratuais, os 69 mil ingressos não chegam às bilheterias. “A Conmebol tem direito a 1500, o Passaporte Tricolor (sócios-torcedores) fica com 7 mil e a LDU recebeu 800, assim como nós no jogo de lá. Isso tudo será contabilizado na renda.

Resolvemos concentrar um número maior de arquibancada no Maracanã porque tenho muitos bilheteiros. Como somos obrigados a ter cinco postos de venda, tivemos que distribuir a carga de acordo com a área de procura. Se pudesse ter um posto só, eu abriria o Maracanã com todos os bilheteiros. O local é muito melhor pelo acesso, por exemplo”, frisou Carlos Henrique.


Leia mais sobre:

> Você tem mais informações? Envie para Minha Notícia, o site de jornalismo colaborativo do iG


Topo