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Futebol

19/06 - 21:39

Paciência e cabeça fria: ordens até o duelo contra o Chile
Nada de desespero. Apesar de poder terminar a sexta rodada das Eliminatórias Sul-americanas para a Copa do Mundo da África do Sul, em 2010, fora da zona de classificação (basta que o jogo entre Venezuela e Chile não termine empatado nesta quinta), os jogadores da seleção brasileira não cogitam a possibilidade de deixarem o país fora de um Mundial pela primeira vez na história.

Gazeta Esportiva

Na saída do estádio do Mineirão, palco do empate sem gols contra a Argentina, os atletas pregaram paciência e cabeça fria como palavras de ordem até o próximo compromisso do time na competição, dia 6 ou 7 de setembro, contra a seleção chilena, em Santiago.

“Vamos ter que saber superar as críticas, ter frieza nesse momento. É o momento de ter a cabeça fria e refletir sobre aquilo que precisamos melhorar. Estamos em busca de uma estabilidade para buscar melhores resultados e esperamos voltar bem para buscarmos as vitórias que a seleção precisa”, comentou o volante Mineiro, que não teve boa participação no jogo contra os hermanos.

Outro que rendeu abaixo do esperado foi o lateral-direito Maicon, da Inter de Milão. No discurso, no entanto, o jogador mostrou entrosamento com Mineiro e também receitou a paciência para o grupo recuperar a confiança e o caminho das vitórias, esquecido nos compromissos contra Venezuela (amistoso), Paraguai e Argentina.

“Brasil é Brasil e sempre tem que entrar em campo para vencer, algo que não aconteceu nessas duas partidas. Temos que ter paciência. O grupo é forte e a caminhada é longa, mas vamos retomar, pois esse é grupo forte e que sempre consegue seus objetivos”, assegurou o camisa dois.

Na luta pela vaga de titular da lateral direita com o próprio Maicon, Daniel Alves, que diante dos argentinos substituiu Diego e atuou no meio-campo, concordou: “Acho que o caminho é esse e devemos seguir na mesma linha, pois o time já foi bastante diferente do último jogo. Tenho certeza que no final o Brasil vai se dar bem”, apostou, acompanhado por Gilberto Silva: “Temos que procurar melhorar com conversa e treinamento, pois capacidade a gente tem”, resumiu.

Considerado pelos torcedores que foram ao Mineirão como o melhor jogador do Brasil no insosso empate frente aos argentinos, Júlio Baptista fechou o coro dos otimistas. “Agora é ter tranqüilidade e, nesse tempo que teremos parados, analisar o que foi feito para, quando voltarmos darmos muito mais e vencermos. A cobrança na seleção brasileira é muito grande e, se não se ganha, a pressão é muito forte. Estamos acostumados com isso”, finalizou o jogador do Real Madrid.

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