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Futebol

19/06 - 15:52

Jejum de gols é nova “façanha” de Dunga
Depois de perder pela primeira vez na história para a Venezuela, em amistoso disputado no último dia 6, em Boston, o técnico Dunga alcançou mais uma marca negativa no comando da seleção brasileira. Nesta quarta-feira, com o empate sem gols diante da Argentina, o treinador levou a seleção brasileira ao seu mais longo jejum sem balançar as redes desde 2001, quando o time vivia fase transitória de comando (de Emerson Leão para Luiz Felipe Scolari).

Gazeta Esportiva

Na ocasião, o Brasil acumulou três jogos sem levar gols diante da Austrália (derrota por 1 a 0, na despedida de Leão), do Uruguai (derrota por 1 a 0, pelas Eliminatórias, com Scolari) e do México (também por 1 a 0, pela Copa América).

Para Adriano, o jejum de 298 minutos sem gols (o último foi marcado por Robinho, aos 17 minutos do segundo tempo na vitória por 3 a 2 sobre o Canadá), foi causado, em parte, pelo esquema de jogo do time, que atua com um centroavante muito isolado no campo ofensivo.

“Faltou a bola chegar mais à área”, comentou o “Imperador”, que reclamou veladamente de Robinho durante uma jogada ocorrida no primeiro tempo do jogo contra o Argentina, ao ver o ex-santista tentar driblar toda a defesa ao invés de rolar a bola para o meio, onde encontrava-se livre: “Passa uma só”, pediu o camisa nove, no gramado do Mineirão.

Os comandados de Dunga passaram em branco na derrota frente à Venezuela, em amistoso disputado em Boston (2 a 0), no fiasco contra os paraguaios, também por 2 a 0, e nesta quarta, diante da Argentina.

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